sexta-feira, 3 de junho de 2011

Notícias 19/05/2011

"Não é vaidade, é rito de passagem", diz líder do The Who sobre autobiografia
O aguardado livro de memórias do guitarrista e compositor inglês da banda The Who, Pete Townshend, vai ser terminado e publicado no ano que vem, disse a editora Harper Collins na terça-feira (17).
O músico de 65 anos, ídolo desde o seu sucesso com o The Who nos anos 1960, disse em comunicado divulgado pela editora que a autobiografia "não é vaidade para mim. É um rito de passagem essencial".
Townshend, que de acordo com a revista "Rolling Stone" está escrevendo as suas memórias desde a década de 1990, criou uma reputação que vai além do principal letrista de uma das mais influentes bandas da Inglaterra, mas também a de um comentarista de rock que publicou ficção e ensaios no passado.
"Rock and roll é uma carreira difícil, mesmo se é cinicamente ou comicamente retratada pelo seus detratores", disse Townshend na nota. "Eu tenho sorte de estar vivo e ter uma história tão louca para contar, cheia de aventuras selvagens e maquinações criativas. Estou feliz que posso eu mesmo posso escrever o livro, na minha própria 'voz'".
A Harper Collins, que comprou os direitos do livro para língua inglesa, disse em nota que as memórias iriam "finalmente contar a história dramática em uma biografia completa e franca".
A editora não informou se Townshend discutiria no livro a advertência que recebeu da polícia britânica, em 2003, por ter acessado pornografia infantil na internet.
Fonte :agência REUTERS




ACCEPT: Apresentação em São Paulo foi uma celebração ao bom e sempre renovado heavy metal!
Para começar esta matéria, tomo a liberdade de contar um breve relato sobre este que vos escreve. Eu sempre tive contato com o heavy metal desde criança por causa do meu irmão mais velho, que era um típico headbanger dos anos 80. Por causa dele, eu era "obrigado" a escutar Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Dio, Warlock, Iron Angel, Madan X, e outras inúmeras bandas que na época em nem sabia o nome, mas que eram "barulhentas" demais para os meus ouvidos ainda não iniciados na arte da boa música. Lembro que eu gritava "eu odeio rock" pois ele sempre escutava música no volume alto, e isso impedia que eu assistisse ao Programa do Bozo com sossego. Mas aos 12 anos, tive a curiosidade de fuçar escondido naqueles Lps que ele tinha tanto ciúmes, e me deparei com o Russian Roulette, do ACCEPT. A capa me causou curiosidade e coloquei a bolacha na vitrola para escutar. E a partir daí minha vida começou a ter outro sentido.
E por quê deste relato? Apenas para você tenha uma pequena noção do quanto assistir ao show do ACCEPT, que tocou pela primeira vez no Brasil, foi importante pra mim! Aliás, tenho absoluta certeza de que essa foi a mesma sensação dos headbangers que praticamente entupiram o Carioca Club na noite de 15 de maio, data que ficará registrada como uma das mais intensas e queridas no coração de todos que compareceram.
Com atraso de exatos 40 minutos, as cortinas do palco se abrem e exibe ao fundo o guitarrista Wolf Hoffmann, o baixista Peter Baltes e o batera Stefan Schwarzmann, três integrantes da formação clássica. Infelizmente, o guitarrista Herman Frank estava ausente por causa do acidente que sofreu uma semana antes quando tocava no Texas, onde quebrou três costelas e perfurou um pulmão. Mesmo assim a banda não desmarcou os shows na America do Sul.
O show começou com "Teutonic Terror", do CD Blood of the Nations, lançado ano passado, que conta com a voz do experiente Mark Tornillo (ex-TT Quick) no lugar de Udo Dirkschneider (que se apresentou no mesmo local uma semana antes). Tornillo entra no palco quando a música começa a tocar e de cara, ja deu pra perceber o quanto sua voz é potente. Ao vivo ele transmite muita segurança e não foi dificil conquistar a plateia. Como não poderia deixar de ser, a citada faixa foi muito bem recebida por todos, que formavam um coro potentoso no refrão.
Sem pestanejar, emendaram com "Bucket Full of Hate", também do novo álbum, para em seguida, relembrar o começo de carreira com "Starlight" e "Breaker", ambas do LP Breaker, de 1981. Tornillo foi falar com o público somente após "New World Comin'", do novo CD. E foi engraçado ele tentar agradecer em português, pois geralmente os artistas internacionais falam um breve "obrigado" em nossa língua, mas ele soltou um "obrigado São Paulo, valeu"! E aproveitou para explicar o porquê da banda estar com apenas quatro integrantes no palco. "Herman sofreu um acidente quando tocávamos no Texas e está hospitalizado. Esperamos que ele se recupre o mais rápido possível!"
E, para o delírio de todos, começam os primeiros acordes de "Restless & Wild", do álbum homônimo. Confesso que neste momento meus olhos se encheram de lágrimas! Estar ali e assistir a banda que praticamente direcionou meu gosto musical foi algo único, uma sensação à flor da pele que não tive nem quando fui assistir ao Iron Maiden no estádio do Palmeiras em 1992! E não fui o único. Ao meu lado, estava um casal que não parava de agitar um segundo sequer e berravam igual loucos a cada primeiro acorde de algum clássico que a banda começasse a tocar; e eu junto. Mas o êxtase ainda estava por vir! "Monsterman", do Russian Roullete, foi a próxima; seguida de "Metal Heart". Ambas foram cantadas em uníssomo pela plateia. Aliás, uma característica que sempre é marcante nas músicas do Accept são os refrões marcantes que ao vivo funcionam perfeitamente.
A balada "Amamos La Vida" serviu para que o fôlego voltasse ao normal após a adrenalina gerada por causa de três clássicos seguidos. Particularmente acho essa uma música bem meia boca, e já que era para incluir uma balada no set, que lembrassem de "Winterdreams", do LP Balls to the Wall! "Neon Nights" (com direito a um belo dueto entre Hoffmann e Baltes) e "Bulletproof" foram executadas com maestria, assim como "Losers and Winners" e "Aiming High".
"Princess of the Dawn" serviu como plano de fundo para o momento mais descontraído da noite. Peter Baltes aproveitou para fazer o seu solo e inventou de dizer "ontem tocamos na Argentina e eles são barulhentos!" Nem preciso salientar que a vaia foi geral, mas ele entendeu a brincadeira e consertou: "Então eu quero ver o que São Paulo tem de melhor!", e foi respondido à altura.
Antes de fechar o set, ainda tocaram "Up to the Limit", "No Shelter", e deixaram o palco 'simulando' aquela despedida para voltar para o bis. E quando voltaram, a introdução “Ein Heller und ein Batzen" (que todos ali conheciam de cor e salteado) começou a rolar dando inicio à clássica "Fast as a Shark", responsável pela formação de algumas rodas de mosh na pista. "Pandemic", do novo álbum veio em seguida, e lógico, fecharam com chave de ouro com o seu maior clássico: "Balls to the Wall".
Apesar do setlist ter sido excelente, senti falta de alguns clássicos indispensáveis como "Head Over Heels" e "Love Child", que poderiam ter sido incluídas já que era a primeira vez que a banda se apresentava no país. De qualquer modo, duvido que alguém tenha retornado para casa reclamando der alguma coisa, pois com certeza essa foi uma noite inesquecível! Que retornem em breve, os fãs brasileiros agradecem!
Fonte : Blog Heavy nation




Baterista do Stone Sour sofre derrame; show no Rock In Rio 2011 está mantido
O baterista do Stone Sour, Roy Mayorga, sofreu um derrame e a banda decidiu cancelar as próximas apresentações pelos Estados Unidos. O show marcado no Brasil para setembro, quando o grupo será atração do Rock In Rio 2011, não foi desmarcado.
"É com tristeza que decidimos cancelar as datas restantes da nossa turnê. Nosso amigo e baterista, Roy Mayorga, sofreu um pequeno derrame depois de nosso show em Des Moines. Ele está bem e a expectativa é de 100% de recuperação. Pedimos desculpas a todos os fãs e estamos ansiosos em voltar para a turnê com Roy nos próximos meses", escreveu a banda em seu site oficial.
No mês passado, o baixista Shawn Economaki deixou a turnê por "motivos pessoais", e a banda seguiu em turnê com um músico convidado.
O Stone Sour --projeto paralelo de Corey Taylor e Jim Root, vocalista e guitarrista do Slipknot, respectvamente-- lançou em setembro do ano passado seu terceiro disco "Audio Secrecy", que vendeu mais de 170 mil cópias nos Estados Unidos.
No Rock In Rio 2011, a banda toca no dia 24 de setembro, dividindo o palco principal com NX Zero, Capital Inicial, Snow Patrol e Red Hot Chili Peppers --a data foi uma das primeiras a ter os ingressos esgotados.
Fonte : uol.com




Neil Young: documentário sobre suas influências sai em junho
Sempre tido como inspiração para muitos artistas, Neil Young é, sem dúvida, um ícone da música mundial. O guitarrista e vocalista canadense vem desde os anos 1960 transitando por diferentes praias – tendo como norte, claro, o rock. Seja lá o grupo com o qual gravou, construiu uma discografia nada inerte.
Para alguém com uma biografia tão extensa, não seria de se admirar que fosse produzido um documentário sobre seu lado criativo, as referências que ele teve para se tornar o que é hoje. Assim, está sendo esperado para o dia 21 de junho (no exterior) o DVD 'Here We Are in the Years'. Trata-se de um filme justamente sobre as influências de Neil Young.
O período abordado engloba desde quando o guitarrista e cantor canadense descobriu a música de Elvis Presley, passando por nomes como Duane Eddy, The Fireballs e Hank Marvin (The Shadows), Bob Dylan e grupos folk ingleses. Depois, nomes dos anos 1970, como o punk Johnny Rotten, anos 1980, anos 1990 e anos 2000.
Fonte : revista guitar palyer

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