segunda-feira, 22 de agosto de 2011

SWU confirma Stone Temple Pilots e Alice in Chains

O Festival SWU confirmou as bandas Stone Temple Pilots e Alice in Chains na programação deste ano.
As duas atrações se apresentam no dia 14 de novembro.
O festival acontece em Paulínia (117 km a noroeste da capital).
Entre os outros nomes confirmados, estão Peter Gabriel, Faith No More, The Black Eyed Peas, Duran Duran, Chris Cornell, Snoop Dogg, Damian Marley, Sonic Youth, Megadeth e Primus.
Fonte :folha.com

Pearl Jam confirma show extra em São Paulo após ingressos esgotados em primeira data

O Pearl Jam vai fazer um show extra na capital paulista no dia 3 de novembro, data anterior ao show já marcado em 4 daquele mês no Estádio Morumbi e que teve os ingressos esgotados. A informação foi anunciada nesta sexta-feira (19) no site oficial da banda.
Os ingressos custam R$ 190 (pista), R$ 240 (arquibancada azul, vermelha, vermelha especial e laranja), R$ 340 (cadeira inferior A, B e B PNE) e R$ 380 (cadeira superior azul premium e laranja) -- há meia-entrada para todos os setores.
Segundo o site da banda, integrantes do fã-clube oficial Ten Club poderão comprar ingressos com exclusividade nos dias 20 e 21 de agosto. As vendas para o público em geral começam no dia 25 deste mês. As entradas estarão à venda pelo site www.ticketsforfun.com.br, pelo telefone 4003-5588 e nos pontos de venda credenciados
Além dos shows nos dias 3 e 4 de novembro em São Paulo, a turnê brasileira do Pearl Jam também passará pelo Rio de Janeiro (Praça da Apoteose) no dia 6 de novembro; Curitiba (Estádio Paraná Clube) no dia 9; e Porto Alegre (Estádio Zequinha) no dia 11.
A turnê que o Pearl Jam traz ao Brasil faz parte das comemorações de 20 anos da banda, que iniciou 2011 com o lançamento da coletânea ao vivo "Live On Ten Legs", seguido pelas reedições expandidas de "Vs." e "Vitology". Em setembro, haverá o o final de semana do 20º aniversário do Pearl Jam no Alpine Valley, nos Estados Unidos. Na sequência, será lançado o filme de Cameron Crowe, "Pearl Jam Twenty", juntamente com a trilha sonora e o livro, homônimos.

PEARL JAM EM SÃO PAULO

Quando: 03 e 04/11
Onde: Estádio do Morumbi
Quanto: apenas para o dia 03 -R$ 190 (pista), R$ 340 (cadeira inferior A, B e B PNE), R$ 380 (cadeira superior azul premium e laranja) e R$ 240 (arquibancada azul, vermelha, vermelha especial e laranja); há meia-entrada para todos os setores
Ingressos: pelo site www.ticketsforfun.com.br, pelo telefone 4003-5588 e nos pontos de venda credenciados

PEARL JAM NO RIO DE JANEIRO

Quando: 06/11
Onde: Apoteose
Quanto: R$ 350 (pista) e R$ 250 (pista 2 e arquibancada)
Ingressos: pelo site www.ticketsforfun.com.br, pelo telefone 4003-5588 e nos pontos de venda credenciados

PEARL JAM EM CURITIBA

Quando: 09/11
Onde: Estádio do Paraná Clube
Quanto: R$ 300 (pista 1), R$ 200 (pista 2), R$ 220 (cadeira descoberta), R$ 250 (cadeira coberta), R$ 100 (PNE e arquibancada)
Ingressos: pelo site www.ticketsforfun.com.br, pelo telefone 4003-5588 e nos pontos de venda credenciados

PEARL JAM EM PORTO ALEGRE

Quando: 11/11
Onde: Estádio Zequinha
Quanto: R$ 180 (pista), R$ 150 (arquibancada) e R$ 200 (cadeira)
Ingressos: pelo site www.ticketsforfun.com.br, pelo telefone 4003-5588 e nos pontos de venda credenciados
Fonte :uol.com

Conversando com Erasmo Carlos

Setenta anos de idade, 50 anos de estrada, 40 anos do clássico Carlos, Erasmo. “É muita comemoração, eu tenho que trabalhar”, brinca Erasmo. Disco novo cheio de novidades, só canções inéditas, parcerias interessantes, som nada careta, a essa altura e dois anos de seu último disco de inéditas, Rock ‘n’ Roll, exemplo de pique. O álbum novo, Sexo, produzido por Liminha, está na rua e você pode ouvir e saber mais por aqui. Aproveitando phoner pra bater aquele papo e falar sobre a vida, conversei com Erasmo hoje, logo abaixo.

Como foi o processo de gravação do disco, o Liminha fez os arranjos?

Foi igualzinho o outro disco. Eu faço a musica aqui em casa na minha bateria eletrônica. Então ele vai e comeca a alquimia dele lá. Ele obedece tudo que eu fiz, tudo como está, e vai vestindo aquilo, como se ele vestisse o esqueleto. Aí ele vai botando as guitarras, vai trocando a bateria eletrônica pela bateria humana e vai montando o disco. Vamos trocando ideia e montando o disco.

Tudo a partir do seu violão, da sua voz e da bateria eletrônica?

É, ele conserva às vezes alguns violões meus.

Bonito o violão de nylon em “Sentimento exposto”.

Ele disse, “Erasmo, esse violão eu vou ter que conservar porque ninguém sabe fazer”.

É raro ter violão seu nos discos, né?

É. Porque sempre mudam, né, bicho? Através da minha vida sempre foi assim: eu mostro pros músicos, eles começam a mudar os acordes, daqui a pouco vira outra música, sabe? Os músicos são modernosos. Eles estão sofrendo novas influências sempre, claro. Então qualquer música que eles pegam eles botam influência da época. Eu não, eu tenho minha influência de base. Então ela vai persistir em toda minha vida, acho que é isso que faz o estilo de uma pessoa. Eu gosto de adaptar as tendências para o meu negócio.

Esse processo de gravar em casa e levar pro Liminha é de dentro pra fora.

E conserva minha identidade na coisa.

Você chegou a compor canções que fugiam do tema? Tem um baú de canções ou todas que foram feitas foram utilizadas?

Não cara, aconteceu comigo uma coisa chata que eu fiz muito mais que as canções que as que entraram no disco. Na época eu estava mudando a minha tecnologia caseira. Eu ainda compunha com cassete, sabe?, aí eu passei pra minha época digital, comprei meu gravador digital. Então eu ia compondo, depois pegava o USB e depois fazia um disquinho e guardava. Aí passava e gravava outras coissas no USB, porque o que eu tinha feito estava guardado no CD. Cara, eu acabei perdendo três CDs! Perdi, não sei onde que foi, se roubaram, se deixei por aí. Não sei se porque eu estava gravando e os CDs voltavam e iam e voltavam e iam, de repente eu perdi. Já procurei tudo e ali tinha música pra caramba, tinha muito mais música do que eu gravei. Tem umas coisas ainda do Rock ‘n’ Roll, sobraram de lá.

Então foi questão de umas 30 músicas?

Foi por aí. Muitas eu sei de cabeça, outras não. Foi besteirada minha, coisa de aprendiz.

É bom, as que sobraram devem ser as melhores.

É, já estavam separadas em um CD pro Liminha.

Erasmo, até hoje sinto uma singeleza muito grande no seu jeito de compor. Uma certa simplicidade, uma abordagem quase zen, como uma busca.

Eu sou assim. O que eu mostro nas minhas músicas é o que eu sou, sabe? Por isso que eu acho que eu nunca precisei de analista, o que eu tenho que expressar eu expresso nas minhas canções. Então essa forma de você analisar, ou como qualquer pessoa analisar, é sincero, bicho. Não faço nada por armação, sou muito sincero nas coisas que eu falo.

Legal você falar de terapia, porque tem essa característica quase existencial. Lembrei daquela música linda que você deu pra Paula Toller uns anos atrás.

“O q é q eu sou“. Eu não regravo essa música porque ela é muito pra mulher, sabe? A segunda parte dela é bem mulher cantando. Só por isso que eu não regravo. Mas eu queria muito regravar essa música que eu gosto muito dela.

E ultimamente rolou encontro com nova geração de músicos, tem chegado novas informações?

É, a gente tá sempre junto por aí, se encontrando. A minha aproximação com Arnaldo começou que fui gravar o DVD dele, Ao Vivo Lá em Casa. Lá nesse mesmo dia conheci o Jeneci. Aí eu fiz o Grêmio, programa do Arnaldo na MTV, depois ele participou de um show meu, claro que a parceria seria inevitável nesse novo disco, Sexo. O Jeneci também, a gente vai se conhecendo pela vida, como o Kassin, como o Domenico, que eu conheci atraves de Adriana Calcanhotto. a Silvia Machete, que fez um show inteiro com as musicas do Carlos, Erasmo. A gente vai se conhecendo assim pela estrada e vai formando uma amizade. Nos anos 80 já foi assim com Titãs, Kid Abelha, Ultraje a Rigor, vai vindo. Agora essa geração do Marcelo Jeneci. Eu fico feliz com isso porque eu vou ficando. Minhas músicas vão ficando de geração pra geração.

Como se fossem fazendo mais sentido, renovando o contexto.

É, muita gente entende muito mais minha música agora do que entendia na época que eu fiz.

Estava ouvindo recentemente uma gravação de uma música sua muito boa, só você tocando violão em um disco de entrevistas no começo dos anos 70…

O “Samba da preguiça“. Eu fiz essa música pra Nara Leão. Ela cantou num show dela e acabou não gravando. Quem gravou essa música recentemente foi Wanderlea, no último DVD dela.

Tem muitos sambinhas da época, né? “A hora é essa”, que a Célia gravou, “Eu queria era fica sambando”, que os Originais do Samba gravaram…

Ih, caramba, você é conhecedor da minha obra.

Sou fã desses sambinhas, Erasmo. Estou esperando seu disco de sambinhas.

Tá certo. (risos) Tá bom.

§ Erasmo Carlos se apresenta no Teatro Bradesco, em São Paulo, no dia 14 de setembro. Sexo acaba de ser lançado.
Fonte :Blog do Ronaldo Evangelista

Roger Waters acrescenta mais um show na sua turnê argentina

Roger Waters, ex-Pink Floyd, acrescentou dois novos shows na Argentina devido ao furor que causou sua visita em março de 2012 ao país sul-americano, onde fará quatro apresentações, embora não se descarte a possibilidade de uma quinta, como informaram nesta sexta-feira os organizadores.
Em menos de uma hora os fãs do cantor esgotaram os ingressos que custavam de US$ 38 a US$ 500, para os dois espetáculos, previstos inicialmente para o estádio Monumental de Buenos Aires, dias 7 e 9 de março.
Os organizadores acrescentaram duas novas apresentações para os dias 10 e 12 de março, para as quais as entradas começaram a ser vendidas nesta sexta-feira, em meio ao fervor dos fãs, que esta semana realizaram longas filas para garantir seu lugar.
Porta-vozes do estádio Monumental do River Plate disseram também que há uma quinta data reservada, confirmando assim a possibilidade de mais um show.
Passaram-se 20 anos desde a última turnê de "The Wall", o mítico álbum da banda britânica Pink Floyd, formada em 1967. Waters iniciou suas apresentações do disco em 2010 e já viajou com ela para os Estados Unidos, Canadá, México e países da Europa.
O equipamento visual e sonoro que acompanhará Waters fica por conta do arquiteto Mark Fisher, que também montou a espetacular turnê "360º" da banda irlandesa U2.
Fonte :Agência EFE