segunda-feira, 4 de julho de 2011

Roger Waters passará com a turnê 'The Wall' no Brasil em 2012

Entre as atrações que começam a ser anunciadas para o ano que vem está Roger Waters. O baixista e vocalista volta ao país e traz a turnê 'The Wall', em que revisita o clássico álbum de sua antiga banda, o Pink Floyd. Os shows serão em março, nas seguintes cidades: Porto Alegre (17/03), São Paulo (22 e 23/03) e Rio de Janeiro (25/03).
Os ingressos para as datas começam a ser vendidos a partir de setembro. As informações referentes aos valores e locais serão divulgadas em breve. Na América do Sul, Chile e Argentina também estão incluídas no itinerário.
A promessa é a de que a produção ao ar livre de 'The Wall' por aqui seja algo feito em uma escala nunca antes vista. Muitas toneladas de equipamentos, dezenas de pessoas envolvidas e alta tecnologia são alguns dos dados do espetáculo, que terá um nada discreto muro com quase 140 metros de largura formando um telão.
Há um momento do show em que fotografias e dados sobre pessoas que morreram em combates violentos e guerras (incluindo o pai de Roger Waters, Eric) são apresentadas. A homenagem também inclui o brasileiro Jean Charles de Menezes, morto no metrô de Londres em 2005.
A turnê 'The Wall' começou em 2010 e deve ser a última de Waters a envolver grandes produções. O álbum, lançado originalmente pelo Pink Floyd em 1979, já foi apresentado ao vivo entre 1980 e 1981 (pelo grupo) e em 1990, quando Roger Waters celebrou a queda do muro de Berlim na Alemanha.
Fonte :revista guitar player

40 anos sem um mito chamado Morrison ...



Nesse dia 03 de Julho faz 40 anos que Morrison morrreu e se tornou verdadeiramente um mito ... o cara é uma daquelas figuras da história que parecem sempre atuais , sempre presentes , melhor dizendo , o cara parece que nem morreu ..

O jornalista Roberto Maia , que escreve belos artigos no seu blog( botão com link na parte de baixo do Porão do Rock) escreveu um texto maravilhoso em homenagem ao cara com imagens raras ..vale a pena conferir clicando no botão direto no fim da página ou diretamente no link à seguir : http://blogdomaia.blog.uol.com.br/arch2011-07-03_2011-07-09.html


Moçada , vale a pena conferir o conteúdo do texto ...e é sempre bom manter viva a memória de lendas como Jim Morrison .

Fonte:Redação.

Fãs visitam túmulo de Jim Morrison 40 anos após a morte do cantor

Fãs de Jim Morrison se reuniram neste domingo no cemitério parisiense de Pere-Lachaise, 40 anos após a morte do vocalista do The Doors, apesar da maioria dos presentes não ter idade suficiente para ter acompanhado de perto a carreira do ídolo.
Com camisetas de Morrison e do The Doors, as pessoas se reuniam ao redor do túmulo do lendário cantor que morreu em Paris no dia 3 de julho de 1971.
A sepultura coberta de fotos, poemas, flores, velas e outros objetos está protegida por barreiras. Com incensos, muitos visitantes permanecem longos períodos em silêncio em frente ao túmulo.
Muitas pessoas chegam e saem num fluxo intenso. Os visitantes fazem parte de várias gerações diferentes, mas a maioria tem menos de 40 anos.
"Passei a metade da minha vida pensando no Jim Morrison. Ele é mais do que apenas um cantor", disse David Martin, um italiano da região de Treviso, perto de Veneza.
David Martin foi ao cemitério com vários amigos, todos com cerca de 30 anos de idade.
"Já tínhamos vindo quando completou 30 anos (da morte de Morrison) e voltaremos para os 50", afirma.
"Jim Morrison não sai de moda. Nem sua música, nem suas letras nem suas mensagens. Tudo de Morrison é atual", acrescenta o amigo Vanni della Zanna, que mostra com orgulho uma blusa preta com o rosto do ídolo e as datas "03/07/1971-03/07/2011" que mandou fazer especialmente para a ocasião.
A lado, Fabio Marcon, também do norte da Itália, explica que The Doors provocou neles a "paixão pela música". Tanto que ele formou um grupo que se chama "The Shaman's Blues", cujo repertório é o mesmo da banda americana de Morrison.
Antoine Thomas e Corentin Naveau são de Epernay, a pouco menos de 150 quilômetros de Paris. Afirmam estarem "desfasados quanto a própria geração".
"A música atual tende a usar recursos mais fáceis de conseguir que a de Morrison", disse Corentin, elogiando o "carisma" do cantor falecido há 40 anos.
"Temos nostalgia de uma época que não conhecemos", disse um dos amigos.
Quarenta anos depois de encontrarem Jim Morrison morto em uma banheira, em Paris, as causas da morte do "Rei Lagarto" ainda são um mistério.
Condenado nos Estados Unidos por "atentado ao pudor", o cantor foi para o exílio em Paris durante a primavera de 1971, rompendo com sua banda. Ao lado de Pamela Courson em Paris tinha a intenção de se dedicar à poesia.
No entanto, a saúde do roqueiro que chegou a ser um sex-symbol se deteriorava rapidamente com o álcool e drogas. Na manhã do dia 3 de julho foi encontrado morto na banheira de sua casa. Segundo a perícia, morreu de um ataque cardíaco aos 27 anos, a mesma idade com que morreram antes dele Jimi Hendrix, Janis Joplin e Brian Jones.
Fonte : agência AFP

Turnê do Soundgarden revive glória da banda nos anos 90

Mais de 14 anos após o fim do Soundgarden, os roqueiros de Seattle lançaram uma turnê juntos em Toronto neste sábado, levando 16 mil nostálgicos fãs de volta aos dias de glória do movimento grunge dos anos 90.
Os quatro integrantes tocaram 21 músicas em duas horas no Molson Amphitheatre, concentrando-se principalmente nas canções carregadas de riffs que os transformaram em "queridinhos" da MTV.
Em contraste com o tenso último show da turnê anterior, em 1997, a cena no palco parecia mais calma.
O vocalista e guitarrista Chris Cornell filmou a plateia, e seu filho pôde ser visto tocando "bateria imaginária" e cantando. Seus colegas, que tradicionalmente mantinham o rosto sem expressão, até se permitiram em sorrisos ocasionais, mas raramente interagiam uns com os outros.
Toronto foi a primeira parada de uma turnê com 20 datas e que acabará em 30 de julho no estado de Washington. A banda também deverá se apresentar em um festival em Nova Orleans, em 28 de outubro.
Além isso, a banda deve estar em segundo plano para o baterista Matt Cameron, que toca com o Pearl Jam, que vai fazer uma turnê pelo Canadá em setembro. Cornell vai passar grande parte de outubro em uma turnê solo na Nova Zelândia e na Austrália.
O Soundgarden também está trabalhando em uma sequência de seu último álbum de estúdio, "Down on the Upside," de 1996. Os planos são de lançamento no começo do próximo ano. Cornell afirmou que não havia espaço, no setlist, para apresentar qualquer nova canção.
O Soundgarden surgiu nos anos 80 em um cenário musical fértil em Seattle, que também produziu bandas como Nirvana, Alice in Chains e os futuros membros do Pearl Jam. A banda era ligada frequentemente ao Led Zeppelin no começo de sua carreira, conseguindo aprovação tanto de punks quanto de entusiastas do heavy metal.
O grupo entrou para a elite com o álbum "Superunknown," de 1994, que liderou as paradas com um setlist ao estilo MTV e que abocanhou dois Grammys. Nove das 15 músicas do álbum foram tocadas em Toronto, incluindo os hits "Black Hole Sun" e "Fell on Black Days."
Metade das 12 músicas do álbum antecessor, "Badmotorfinger," de 1991, também foram tocadas, incluindo "Rusty Cage".
Apenas duas músicas de "Down on the Upside" foram tocadas. O álbum foi o centro de uma rixa devido à direção musical. As crescentes tensões fizeram o Soundgarden acabar depois do final da turnê de 1997, no Havaí.
Fonte : agência REUTERS

Último dia do festival Roskilde tem show de Kings of Leon

Cerca de 100.000 pessoas acompanharam durante quatro dias o Festival de Roskilde, que termina neste domingo (3), na Dinamarca.
O maior evento de música do norte da Europa acontece desde 1971 em Roskilde, cidade próxima à capital dinamarquesa Copenhague. Ficou famoso com a participação do Bob Marley em 1978 e ajudou a lançar o U2 ao mundo em 1982.
Nesse ano, 170 bandas da Europa, América e África se dividiram em seis palcos com plateias lotadas. Os destaques foram as bandas Iron Maiden, Portishead e The Strokes. Mas o festival também libera espaço para os iniciantes, boa parte deles da própria Dinamarca, como o Messy Shelters e o Brother Grimm.
A organização do evento ainda não fez as contas, mas acredita que os 75.000 ingressos tenham sido vendidos. O preço médio do ingresso é cerca de R$ 450.
Além dos pagantes, Roskilde também reuniu outros 25.000 voluntários, que trocaram 24 horas de trabalho, em três turnos de oito horas, pelo ingresso gratuito. Em média, apenas 65% dos participantes são da Dinamarca. Os demais vêm dos vizinhos Suécia e Noruega (25%) e de outros países (10%).

PEGADA AMBIENTAL
Como não poderia deixar de ser, já que acontece na Dinamarca, um dos principais países "verdes" do mundo, Roskilde também tem um forte lado ambiental.
"O festival sempre foi um espaço hippie e tinha uma preocupação ambiental desde o início. Mas agora estamos totalmente focados nisso", diz Esben Danielsen, diretor de desenvolvimento do Grupo Roskilde, que organiza o evento.
"Nas duas primeiras décadas, a proposta do festival era minimizar os impactos ambientais causados pelo próprio evento. Agora estamos indo além das fronteiras do festival", completa Danielsen.
Roskilde acabou se tornando um espaço de experimentação de iniciativas ambientais de empresas dinamarquesas e até de cientistas. O Laboratório Nacional para Energia Sustentável "Risø", que fica na própria cidade de Roskilde e recebe cerca de R$ 600 milhões por ano do governo para estudar novas formas de produção de energia, por exemplo, sempre participa do evento com alguma ideia.
Há dois anos, em uma de suas mais conhecidas experimentações, os pesquisadores do Risø testaram uma espécie de Ipod com um boné acoplado, movido a energia solar. No caso, o painel solar ficava na parte de cima do boné. Claro, dificilmente um produto desses entraria no mercado. Mas fez graça no festival.
Neste ano, uma das propostas "verdes" do Roskilde foi gerar energia a partir de uma espécie de bicicleta ergométrica. Os participantes que estavam acampados quisessem recarregar seus celulares tiveram de pedalar.
O evento também tem um traço forte social: parte do lucro do festival é revertido pelo Grupo Roskilde em doações. De acordo com a assessoria de imprensa do evento, cerca de R$ 40 milhões foram doados para caridade nos últimos anos. Em 2009, R$ 80 milhões foram para Malawi, na África --a maior doação já feita pelo evento desde a sua criação.
Fonte : folha.com