segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Strokes correspondem expectivas e fecham palco principal do Planeta Terra com show intenso

Os Strokes, headliners do palco principal do Planeta Terra Festival 2011, estão atualmente divulgando o novo disco da banda, Angles, lançado este ano. Porém, no intenso show da madrugada deste domingo (6), em São Paulo, em vez de chamar atenção para as novidades, eles acabaram relembrando o motivo pelo qual foram considerados os "salvadores do rock" há 10 anos, quando lançaram o álbum Is This It.
Todas as músicas do primeiro disco que figuraram no set list (sete ao todo), assim como as canções de Room on Fire, foram cantadas a plenos pulmões pelo público. De First Impressions of Earth, a banda escolheu as canções mais fortes, que também tiveram boa recepção. No entanto, as canções do disco mais recente, com exceção de Undercover of Darkness (que agitou bastante), soaram um tanto deslocadas. Machu Pichu e You're So Right pareceram até mesmo desnecessárias em um concerto ao vivo.

Os Strokes corresponderam às expectativas dos fãs e fizeram um show impecável, com todos os belos timbres de guitarra presentes nos discos de estúdio.

A ordem do set list também ajudou. A banda abriu com uma bomba, New York City Cops, e passeou por canções de seus quatro discos. Não faltaram hits para preencher o repertório. Alguns dos pontos altos foram Someday, Juicebox, Reptilia (os fãs cantaram até o riff de guitarra) e Last Nite, o momento "todos pula" da noite.

Julian Casablancas, vocalista, fez questão de lembrar as origens do baterista Fabrizio Moretti, que nasceu no Rio de Janeiro. "Vocês são fantásticos. Nós todos amamos vocês, mas Fabrizio tem o verdadeiro orgulho de ser brasileiro", disse. Julian até deu o microfone a Fab, para que ele desse alguma palavrinha, mas o máximo que o carioca disse em português foi: "Ei Galera. Eu te amo".

Como é de praxe para os Strokes, a banda retornou para tocar o bis, e, por volta das 2h30, o público dançou suas últimas reservas de energia ao som de Take It or Leave It. No fim, muita gente estava rouca por tentar imitar os berros de Julian.


Set list
New York City Cops
Heart in a Cage
Machu Pichu
Modern Age
You Only Live Once
Is This It
Undercover of the Night
Whatever Happened
Someday
You're so Right
12:51
Reptilia
Alone, Together
Automatic Stop
Gratisfaction
Juicebox
Last Nite

Bis
Under Control
Hard to Explain
Take It or Leave It
Fonte :Virgula.com

Mesmo com atraso, Aerosmith faz show histórico no Equador

A banda norte-americana Aerosmith fez história neste sábado (5) no Equador ao tocar pela primeira vez no país, em um show realizado no Estádio Olímpico "Atahualpa", de Quito, para 40 mil pessoas.

Os também conhecidos como "The Bad Boys from Boston" fizeram um espetáculo digno das velhas glórias do rock, e se mostraram tão irreverentes e não pontuais como magistrais, enérgicos e entregues ao público.

O Aerosmith interpretou clássicos de suas quatro décadas de sucessos, desde "Dream On", passando por baladas como "Crying", além de hits desenfreados como "Last Child".

A banda começou o show de forma ruim: após 45 minutos de atraso (somadas às horas de espera do público na fila e no estádio) e uma primeira música, "Draw the Line", da qual só se escutou a metade por problemas no som.

Em seguida tocaram sucessos como "Love in an Elevator", "Jaded" e "Janie's Got a Gun", com as quais Steven Tyler pôde demonstrar sua potente qualidade vocal, variando entre os agudos impossíveis e suas clássicas variações de voz.

Tyler brilhou, e não só pelo chapéu com purpurina e joias ao mais puro estilo glam rock que vestia: provou que aos 63 anos continua em plena forma... e irresistível.

"O que mais gosto no Aerosmith é Steven Tyler. Eu os escuto desde muito pequena porque minha irmã é superfanática. E ele me encanta", confessou à Efe Adriana Solorzano, equatoriana de 22 anos.

"Livin' on the Edge", com um lenço do Equador amarrado na cabeça, e "Eat the Rich", foram cantadas em coro pelo público.

Mas não tão aplaudidas como o solo de bateria de Joey Kramer, onde a banda mostrou sua veia de humor roqueiro com o músico dando cabeçadas contra os pratos de seu instrumento.

Também não faltaram baladas como "Amazing", "Crying" e "What it Takes", que os reimpulsionaram ao sucesso no final dos anos 80, após passarem por anos negros imersos entre drogas, reabilitações, e desavenças internas.

Já na reta final do show veio "I Don't Want to miss a Thing" e o sucesso dos anos 70 da banda "Sweet Emotion".

Tocando um piano de cauda branco, Tyler entoou "Dream On", pedida pelo público, e no bis cantaram "Walk this Way" e "Crazy", para terminar sacudindo a todos com "Mama Kim".

Depois do "Muchas gracias, thank you for coming tonight. Oh yeah!" de Tyler, que usou durante um momento uma típica máscara andina na cabeça, o Aerosmith deu por finalizado o show de duas horas, histórico para os equatorianos.
Fonte :agência EFE

Kurt Cobain aceitou prêmio através de médium, diz jornal


Quem diria? Kurt Cobain aceitou um prêmio lá do além. Não, o fantasma dele não apareceu. Ele foi "representado" por uma médium chamada Fahrusha. Assim, o líder do Nirvana teria concordado em receber o prêmio Music Award pelo melhor vídeo viral vintage com o clipe da faixa Smells Like Teen Spirit, de 1991.
O prêmio foi criado para destacar os melhores da música na internet, desde um artista que tenha se sobressaído no Twitter até um aplicativo de música para diferentes plataformas. Kurt morreu em 1994, quando o meio digital ainda estava começando a se popularizar, e não deveria ter a menor ideia do que poderia ser um vídeo viral e que deveria receber um prêmio por isso.


Segundo o jornal Huffington Post, através de uma médium contratada pela MTV, Cobain teria aceitado a premiação. Ainda se acordo com a publicação, esta não é a primeira vez que a emissora entra em contato com o músico. Você acredita?
Fonte Virgula.com