terça-feira, 18 de outubro de 2011

Chris Martin diz que "Mylo Xyloto" pode ser o último disco do Coldplay

Com lançamento marcado para 24 de outubro, "Mylo Xyloto" pode ser o último álbum do Coldplay. Em entrevista ao "Mail On Sunday", o vocalista Chris Martin diz que não imagina a banda gravando outro disco.

"Este pode ser nosso último álbum. É uma destilação de três anos de trabalho e agora não consigo imaginar de onde outro [disco] poderia vir", disse.

O cantor também disse que é difícil ter energia para competir com artistas mais novos. "Agora temos Justin Bieber e Adele para competir e eles são muito mais novos. Temos que ter a energia para nos esforçar tanto com nosso trabalho como eles fazem. Se acabou, acabou e posso viver com isso. A coisa mais importante é sempre se comportar como se cada álbum fosse o último e não esperar mais nada".

"Mylo Xyloto" é o quinto álbum de estúdio do Coldplay e traz um dueto com a cantora Rihanna em "Princess of China", além dos singles "Every Teardrop Is a Waterfall" e "Paradise".

Tony Iommi não descarta voltar a gravar com Ozzy Osbourne

Em uma entrevista ao site Metro.co.uk, Tony Iommi foi perguntado se voltará a gravar com Ozzy Osbourne novamente. O guitarrista, que está promovendo sua autobiografia ('Iron Man: My Life with Black Sabbath and Beyond'), respondeu:

"Quem sabe? É como quando nós [Black Sabbath] voltamos a ter Ronnie James Dio: havíamos nos separado, nos reunimos, fzemos outro álbum e outra turnê. Não dá pra dizer. Nos reunimos com o Ozzy em 1997 e fizemos uma turnê, então, nunca se sabe o que pode haver na próxima esquina".

Os rumores de que a formação original do grupo – Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) – têm aumentado nos últimos meses. Recentemente, o vocalista disse à Billboard que a reunião "está nos estágios bem iniciais, então, ainda não gravamos nada. Se der certo, irá funcionar. Se não der, continuarei fazendo as minhas coisas".
Fonte :revista guitar player

Eric Clapton: competição evita que outros heróis da guitarra apareçam

Na semana passada, Eric Clapton se despediu do Brasil, onde não tocava há cerca de uma década. Foram quatro shows em três capitais – Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo –, os quais provavelmente ficarão gravados na memória de muita gente.

Um dos melhores instrumentistas do mundo, esse britânico de 66 anos carrega desde o início da carreira o apelido de deus da guitarra, o qual considera um elogio, conforme o próprio disse em uma entrevista à jornalista Christiane Pelajo para o programa 'Almanaque' (Globo News).

Clapton também falou sobre a cena mundial e arriscou seu palpite sobre por que não vemos mais tantos heróis como quando na época em que ele começou. "Eu acho que nós [ele, Jeff Beck, Jimmy Page...] viemos de um período em que não tinha muita coisa acontecendo. Então, nos focamos, não um no outro, mas no que já estava lá", disse. "Não competíamos, nem ouvíamos um ao outro. Eu acho que, depois de nós, as pessoas começaram a ouvir um ao outro com mais frequência e a competir mais. As pessoas não se concentraram muito no que havia sido feito antes. É sempre mais importante prestar atenção no que já aconteceu no passado, para saber a história da música".

Em se tratando de história e de alguém tão importante para a guitarra, nós preparamos para este mês uma matéria de capa sobre a trajetória de Eric Clapton. Desde os primórdios aos dias atuais, incluindo o registro de outra de suas grandes obras, o Crossroads Guitar Festival 2010, a carreira do guitarrista é passada a limpo na GP de outubro.
Fonte:revista guitar player