sábado, 10 de setembro de 2011

Rolling Stones: show da turnê de 'Some Girls' sai em novembro

A Eagle Rock Entertainment anunciou para o dia 21 de novembro o lançamento de 'Some Girls Live in Texas '78'. O registro resgata os Rolling Stones nos Estados Unidos em 1978, durante aquela que é apontada como uma de suas melhores turnês.

Mick Jagger (vocal), Keith Richards (guitarra), Charlie Watts (bacteria), Ronnie Wood (guitarra) e Bill Wyman (baixo) aparecem em ação diante da plateia do Will Rogers Memorial Center. Eles promoviam o então recém-lançado álbum 'Some Girls', do qual saíram os hits 'Miss You', 'Beast of Burden', 'Respectable' e 'Shattered'.

'Some Girls Live in Texas '78' poderá ser encontrado em quarto formatos: DVD, Blu-Ray, edições especiais com DVD+CD e com Blu-ray+CD digipack. O material, captado em filme de 16mm, foi restaurado por Bob Clearmountain diretamente dos tapes originais.

Esse é o terceiro título relacionado aos Rolling Stones que a Eagle Rock Entertainment coloca no mercado. No ano passado saíram 'Stones in Exile' e 'Ladies & Gentlemen'.

Some Girls Live in Texas '78

01. Let It Rock
02. All Down the Line
03. Honky Tonk Women
04. Star Star
05. When the Whip Comes Down
06. Beast of Burden
07. Miss You
08. Just My Imagination (Running Away with Me)
09. Shattered
10. Respectable
11. Far Away Eyes
12. Love in Vain
13. Tumbling Dice
14. Happy
15. Sweet Little Sixteen
16. Brown Sugar
17. Jumpin' Jack Flash
Fonte :revista guitar player

Veteranos do punk norte-americano, The Dickies se apresenta no Brasil

Banda veterana do punk americano e influência para grupos como Green Day e Offspring, o The Dickies se apresenta em São Paulo no próximo 16 de setembro, no Inferno Club, em São Paulo.

Além da apresentação, a banda fará uma tarde autógrafos para fãs na loja London Calling, na Galeria Presidente. Formada em 77, a banda tem em sua formação atual o vocalista Leonard Graves Philipes, Stan Lee (guitarra), Little Dave Teague (guitarra), Greg 'Plushie' Hanna (baixo) e Travis Johnson (bateria).

THE DICKIES
Abertura de Inocentes e Drakula
Onde: Inferno Club (Rua 24 de Maio, 116, sobreloja 15, República - São Paulo)
Quando: 16/9
Ingressos: R$70 (terceiro lote), o primeiro e segundo já estão esgotados
Fonte:uol.com

União Europeia sinaliza ampliação de duração de direitos autorais musicais

Os músicos devem vencer na semana que vem a disputa por um maior período de duração dos direitos sobre a sua obra, ajudando artistas e gravadoras num momento de declínio do faturamento no setor fonográfico, e deixando a Europa com uma legislação mais parecida com a norte-americana.

Artistas como Paul McCartney e Cliff Richard há anos pleiteiam a prorrogação do prazo de proteção da obra, que hoje é de 50 anos, mesmo que o artista ainda esteja vivo.

Um funcionário da União Europeia disse nesta sexta-feira, pedindo anonimato, que "embora alguns países sejam contra, parece provável que seja aceita a prorrogação da proteção dos direitos autorais de 50 para 70 anos".

Ministros de países da UE devem votar a questão na segunda-feira em Bruxelas.

No ano passado, o faturamento do setor fonográfico mundial teve queda de 9 por cento, ficando em 15,9 bilhões de dólares. O declínio é atribuído à pirataria, já que 95 por cento das músicas baixadas na internet chegam ao consumidor de forma ilegal, segundo a entidade setorial IFPI.

"Ampliar o prazo de proteção para 70 anos reduziria a lacuna entre a Europa e seus parceiros internacionais, e melhoraria as condições para investimentos em novos talentos", disse Frances Moore, executiva-chefe da IFPI, nesta sexta-feira.

Nos EUA, a proteção do direito autoral para músicas perdura por 95 anos após a gravação. No caso de obras escritas, o prazo é de 70 anos após a morte do autor.

Os catálogos mais antigos das gravadoras vêm sendo valorizados devido à facilidade da sua distribuição pela internet. Além disso, fãs mais velhos têm mais propensão a pagar pela música digital do que os adolescentes.

Mas Mark Mulligan, analista do setor fonográfico, disse à Reuters que o melhor que as gravadoras teriam a fazer seria voltar suas energias para os novos desafios da era digital.

"Será que foi inteligente ter investido tanto esforço para tentar defender o patrimônio histórico do setor fonográfico, quando as mudanças provocadas pela tecnologia exigem atenção? Existe o risco em dar tanto foco e se esforçar tanto para tentar proteger o que foi feito no passado", comentou Mulligan.
Fonte : agência REUTERS