segunda-feira, 30 de abril de 2012

Black Label Society faz shows no Brasil em novembro

O Black Label Society voltará ao Brasil no final do ano para, ao menos, duas apresentações. A banda liderada por Zakk Wylde passa por Rio de Janeiro (24/11, Vivo Rio) e São Paulo (25/11, HSBC Brasil). Os ingressos para o público paulista já estão à venda. Clique aqui e veja as informações.

Ainda promovendo o álbum 'Order of the Black' (2010), essa será a terceira vez que a trupe vem ao país. Em 2008, foram uma das atrações de abertura do show de Ozzy Osbourne – com quem o guitarrista ainda tocava. Em 2011, rodaram Curitiba, São Paulo, Porto Alegre e Goiânia.

A formação atual tem o baxista John DeServio, o guitarrista Nick Catanese e o baterista Chad Szeliga.
Fonte: revista guitar player

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Saxofonista do The Killers é encontrado morto em Las Vegas

Thomas Marth, saxofonista do grupo The Killers, foi encontrado morto na segunda-feira em sua residência de Las Vegas (Nevada) e aparentemente cometeu suicídio, de acordo com informações publicadas pela imprensa americana nesta quinta-feira (26).

Um porta-voz do escritório legista de Las Vegas confirmou ao portal "E! News" que o corpo do músico foi encontrado na manhã de segunda-feira e por enquanto a hipótese mais provável é de suicídio.

Marth, de 33 anos, esteve presente na viagem mundial da banda em 2008 e 2009 e participou da gravação dos discos "Sam's Town" (2006) e "Day & Age" (2008), segundo e terceiro álbuns do grupo, com músicas como "Read My Mind" e "Human".

"Perdemos Thomas. Nossas orações estão com sua família. Esta noite falta uma luz em Las Vegas. Boa viagem, Tommy", escreveu a banda no Twitter. Marth também tocou em vários grupos locais de Las Vegas, como The Big Friendly Corporation e Black Camaro.

"Estou tentando compreender o que aconteceu e ajudando algumas pessoas (de sua família) que não estão muito bem", disse o músico Ryan Pardey ao jornal "Las Vegas Weekly". "Era uma das pessoas com mais talento da comunidade e um dos meus amigos mais próximos desde os 18 anos", acrescentou.

Antes de conquistar o sucesso com The Killers, Marth passou anos trabalhando em alguns dos locais mais conhecidos de Las Vegas, como The Freakin' Frog, Revolution Lounge, The Royal Resort e Hard Rock Hotel.

"Estive aqui toda a minha vida. Há poucos anos, estava trabalhando em todos os clubes noturnos de Las Vegas tocando música", explicou Marth a "Las Vegas Weekly" em setembro de 2008.
Fonte: agência EFE

Paul McCartney faz em Florianópolis show mais longo da turnê sul-americana

Miguel tem 10 anos e veio de Apucarana assistir o primeiro show de sua vida: Paul McCartney em Florianópolis. De faixa na cabeça com o nome do ex-beatle, a mesma que o pai também usa, ele, entretanto, não se encaixa no padrão de filho de beatlemaníaco que adquiriu dos pais o gosto pela banda: “Na verdade, eu gosto de dance music, mas acabei pegando com ele isso de Beatles”, diz o pai, que o acompanhava.

Verdade ou não, Miguel não disfarçava a empolgação. Antes ainda do show começar, só na seleção musical que ajudava a passar o tempo no estádio da Ressacada, com versões alternativas do repertório de McCartney e dos Beatles, ele dançava, cantava e fingia tocar bateria.

Se é mesmo tão fã quanto parecia, deve ter saído satisfeito. Se não, também. Em primeiro lugar, Florianópolis viu o setlist mais longo da turnê sul-americana: 38 músicas se contarmos o medley “Golden Slumbers”/”Carry That Weight”/”The End”, que encerra o show, como uma música só e deixarmos de fora a brincadeirinha com um pedaço de “Yellow Submarine”. Nos outros shows pelo continente, essa contagem chegou no máximo a 36, no Recife.

Só que Miguel não deve se preocupar muito com essas coisas. De matemática, afinal, já chega a escola. Ele queria era ver McCartney desempenhando no palco. E se deu bem. É verdade que, menos de dois meses antes do cantor completar 70 anos, a voz não é mais a mesma e fraqueja com uma freqüência que, embora pequena, já é bem maior e perceptível que nas outras passagens recentes dele pelo Brasil, nos anos passado e retrasado.

É verdade que os maneirismos e gracinhas no palco, de tão ensaiados, são previsíveis, mesmo que charmosos. Tudo bem. Afinal, lembremos, é o primeiro show da vida de Miguel e o primeiro de Paul McCartney para quase todos que estavam no estádio, então ninguém vai negar um sorriso ao ver o músico repetindo “coisa mais querida” e saudando o público com “olá, manezinhos”.

Esses truques e poses ajudam McCartney a transpor o bloqueio que, por estranho que pareça, parte de seu repertório coloca entre ele e a plateia. O lado do artista que gosta de mostrar o quanto tem de pérolas menos conhecidas em sua carreira cria esse efeito. Afinal, é um show de estádio, então a maior parte de quem vai ver até está disposto a acompanhar o músico nessa viagem e aplaude com vontade, mas não chega a ser conhecedor dedicado e nunca vai ter por “Ram On” ou “Nineteen Hundred and Eighty-Five” o mesmo entusiasmo que demonstra em “Ob-La-Di Ob-La-Da” ou “Yesterday”.
É um problema? Não diminui o valor musical nem a qualidade do show, claro, e também seria um pecado deixar “Let Me Roll It” de fora. “Hope of Deliverance”, incluída na turnê pela segunda vez (a primeira foi na Colômbia no último dia 19), também fez bonito. Só prejudica o lado festinha, que ajuda a envolver Miguel ainda mais e é tão importante para um artista como Paul, que visivelmente se esforça o tempo todo para agradar sua plateia e arrebatá-la sempre que possível. Mas os hits cuidadosamente espalhados ao longo do show e a sequência final, com “Hey Jude”, sempre apoteótica, encerrando a primeira parte, resolvem.

No final, o que fica é a grande cantoria coletiva, a banda pra lá de competente, a emoção das homenagens a John Lennon com “Here Today” e George Harrison com “Something”, os fogos de artifício em “Live and Let Die” (hoje já esperadas e partes fundamentais dos shows) e o encontro com um dos repertórios mais invejáveis da música popular. Se fosse aniversário de Miguel, ele teria mais sorte ainda: o show teve “Birthday” pela terceira vez no repertório desde o início da turnê, e que havia sido tocada pela última vez em agosto do ano passado, em Chicago. Quer dizer, não foi o tipo do show que ficará para sempre na memória de Paul; o importante é ter ficado na de Miguel. Tomara que o garoto tivesse um bom esquema para voltar para casa. Quem seguiu as recomendações e quis voltar de ônibus precisou encarar uma fila que oscilou entre horrorosa e hedionda. Debaixo de chuva.

Coisa de chegar em casa lembrando mais do suplício do retorno do que do show.

Veja o que Paul McCartney tocou em Florianópolis:

"Magical Myistery Tour"
"Junior’s Farm"
"All My Loving"
"Jet"
"Drive My Car"
"Sing the Changes"
"The Night Before"
"Let Me Roll It"
"Paperback Writer"
"Long and Winding Road"
"Nineteen Hundred and Eighty-Five"
"My Valentine"
"Maybe I'm Amazed"
"I've Just Seen a Face"
"Hope of Deliverance"
"And I Love Her"
"Blackbird"
"Here Today"
"Dance Tonight"
"Mrs Vandebilt"
"Eleanor Rigby"
"Something"
"Band on the Run"
"Ob-La-Di Ob-La-Da"
"Back in the USSR"
"I Got a Feeling"
"A Day in the Life"
"Let it Be"
"Live and Let Die"
"Hey Jude"
"Lady Madonna"
"Day Tripper"
"Get Back"
"Yesterday"
"I Saw Her Standing There"
"Golden Slumbers"
Fonte:uol.com

quinta-feira, 26 de abril de 2012

The Beatles | Primeiro show nos EUA será lançado no cinema

O primeiro show dos Beatles nos Estados Unidos, será exibido nos cinemas em maio. Realizado em 11 de fevereiro de 1964 no Washington Coliseum, em Washington, D.C., este é o único show da banda disponível na íntegra e será mostrada em um circuito restrito nos EUA, entre 17 e 22 de maio.

De acordo com o Deadline, The Beatles: The Lost Concert trará o show completo e um documentário de 92 minutos que mostra o nascimento e impacto da beatlemania. Há entrevistas com mais de 20 pessoas próximas aos músicos, além de jornalistas, DJs de rádio, historiadores e pessoas que estiveram nos shows. A lista ainda inclui Steven Tyler e Joe Perry, do Aerosmith, o pioneiro do rock'n'roll Chuck Berry, o produtor Mark Ronson, o promotor de shows Sid Bernstein, Albert Hammond Jr. e Nick Valensi, do Strokes, e Louise Harrison, a irmã de George.

A apresentação em Washington teve uma plateia de 8,092 pessoas, com um setlist de 12 músicas que durou pouco mais de 30 minutos e incluiu sucessos como "She Loves You" e "Twist and Shout". Com filmagem profissional de oito câmeras e mixagem ao vivo, o show foi transmitido um mês depois nos cinemas estadunidenses para 2 milhões de pessoas. Desde então, o filme havia permanecido perdido e agora será visto pela primeira vez em 47 anos, a partir de uma restauração e remastrização das imagens originais.

Por enquanto, ainda não há planos de trazer o filme ao Brasil.
Fonte:Omelete

Novo álbum "Days Go By", do Offspring, será lançado este semestre

A banda Offspring anunciou o lançamento do nono álbum de sua carreira. Intitulado "Days Go By", o disco deve chegar ás lojas ainda este semestre.

A faixa que dá nome ao novo álbum deve ser o primeiro single a ser divulgado pelo grupo, com previsão de lançamento em 27 de abril.

"Days Go By" terá 12 faixas e é o primeiro disco do Offspring com o novo baterista Pete Parada. O grupo não divulga um novo trabalho desde "Rise and Fall, Rage and Grace", de 2008.

O Offspring também sai em turnê este semestre, com apresentações no Rock in Rio em Portugal, Punkspring no Japão e o Skive na Dinamarca.

Confira abaixo o trailer divulgado pela banda para o álbum "Days Go By".
Fonte:uol.com

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Vídeo mostra Kurt Cobain e Courtney Love em dueto inédito

Um dueto inédito entre Kurt Cobain e Courtney Love, interpretando uma canção caiu na web. O clipe com a faixa Stinking of You faz parte do documentário Hit so Hard, que fala sobre a vida de Patty Schemel, ex-baterista do Hole, banda de Courtney.Nas imagens divulgadas, Kurt e Love tocam guitarra e cantam em perfeita sintonia. Em alguns momentos quem rouba a cena é a pequena Frances Bean, que aparece risonha em companhia de seus pais.
Em uma entrevista recente ao site do canal de TV norte-americano Fuse, Eric Erlandson, ex-guitarrista do Hole, revelou que Kurt Cobain planejava lançar um disco solo baseado em canções acústicas e a recém-divulgada Stinking of You faria parte desse trabalho. Segundo o músico, Kurt planejava desenvolver as novas canções em parceria com diversos convidados, e não necessariamente planejava incluir Krist Novoselic e Dave Grohl, os outros integrantes do Nirvana, no trabalho. "[As novas músicas de Kurt] seguiam por um caminho que era bem legal. Seria o Álbum Branco dele", comparou Erlandson, fazendo referência ao disco duplo lançado em 1968 pelos Beatles, que reunia diversas composições solo dos integrantes da banda com várias participações especiais. Kurt Cobain se matou com uma dose letal de heroína e um tiro de espingarda em 5 de abril de 1994, aos 27 anos.
 Fonte:virgula.com

Beach Boys anuncia primeiro álbum de inéditas em vinte anos

Bruce Johnston, um dos principais compositores do Beach Boys, confirmou em entrevista à Billboard que o primeiro álbum de material inédito do grupo desde Summer In Paradise (1992) será lançado em junho deste ano. A banda se reunirá em julho deste ano para comemorar 50 anos de carreira, e além do novo disco, uma extensa turnê está nos planos do quinteto. A excursão começa nos Estados Unidos, segue para a Europa e termina no Japão. O novo álbum ainda não tem nome, mas o primeiro single já foi batizado: That's Why God Made The Radio. Segundo Johnston, a reunião servirá apenas para celebrar a trajetória da banda, e não deverá ser permanente. Brian Wilson, líder e principal compositor do Beach Boys, está oficialmente de volta ao grupo, e participou do novo álbum. Wilson se afastou da banda no início da década de 1970 com sérios problemas psicológicos, e nos anos seguintes se manteve apenas como colaborador e compositor ocasional.
Fonte:virgula.com

terça-feira, 24 de abril de 2012

G3 no Brasil: Joe Satriani, Steve Morse e John Petrucci tocam no Rio de Janeiro e em São Paulo

O G3 fará dois shows no Brasil em outubro. O superprojeto encabeçado por Joe Satriani virá com duas feras mais que respeitadas: John Petrucci e (Dream Theater) e Steve Morse (Deep Purple). Eles tocam no Rio de Janeiro (11/10, Citibank Hall) e São Paulo (12/10, Credicard Hall). Clientes Credicard, Citibank e Diners poderão aproveitar a pré-venda exclusiva, que acontece entre 7 e 13 maio. Para o público em geral, os bilhetes começam a ser vendidos no dia 14 de maio. Informações sobre preços e serviço serão divulgadas em breve. A turnê mundial do G3 tem tido formações diferentes. Até este mês, Satriani conta com Steve Vai e Steve Lukather para shows na Nova Zelândia e Austrália. Entre julho e agosto, que toca pela Europa é Satriani, Vai e Steve Morse. Como de praxe, os espetáculos terão performances individuais seguidas de uma jam com o trio dividindo o palco. No total, as noitadas têm duas horas e meia de som. Criado em 1996, o G3 já contou com as presenças de referências do naipe de Eric Johnson, Yngwie Malmsteen, Robert Fripp, John Petrucci, Uli Jon Roth, Paul Gilbert, Adrian Legg e Michael Schenker. Até aqui foram quatro os lançamentos que as turnês renderam. O mais recente, 'Live in Tokyo' (imagem), saiu em 2005 e teve Satriani, Vai e Petrucci.
 Fonte:revista guitar player

Asia: novidades para comemorar os 30 anos da banda. Veja o novo clipe!

O Asia preparou uma série de novidades para celebrar suas três décadas de estrada. A lista de projetos inclui lançamento de disco de inéditas, edição comemorativa de 30 anos de seu homônimo primeiro trabalho, dois DVDs e ainda uma turnê mundial. No dia 2 de julho, a Frontiers Records coloca nas lojas 'XXX', em CD, CD+DVD (com clipes e cenas de bastidores) e vinil (edição limitada). O material foi produzido por Mike Paxman e a promessa é a de ser o melhor registro do quarteto desde seus títulos dos anos 1980. A formação é a mesma que fundou a banda, em 1981: Geoff Downes (teclados), John Wetton (baixo, vocal), Steve Howe (guitarra) e Carl Palmer (bateria). O primeiro single de 'XXX' chama-se 'Face on the Bridge' e será mundialmente lançado no formato digital no dia 14 de maio. Veja abaixo o clipe divulgado pelo Asia:
 
Fonte:revista guitar player

Produtora oferece show grátis em SP a fãs que estavam no Metal Open Air

"Isentando-se da responsabilidade pelo cancelamento do Metal Open Air, a Negri Concerts, uma das produtoras do evento realizado no Maranhão, está oferecendo uma espécie de "prêmio de consolação" aos fãs do festival. Quem ainda possuir a pulseira de acesso do Metal Open Air poderá assistir a um show no Credicard Hall, em São Paulo, nesta segunda-feira (23), com as bandas Blind Guardian, Grave Digger e Shaman. Em comunicado, a Negri Concerts disse que o festival no Maranhão foi cancelado porque fornecedores de som, luz, palco e backstage não foram pagos pela Lamparina Filmes e Produções, outra produtora do evento. Felipe Negri, proprietário da Negri Concerts, diz que tentou negociar com os produtores durante todo o sábado e, com a recusa, o festival teve de ser cancelado na manhã do domingo (22). "É importante ressaltar a todo o público que a participação da Negri Concerts nessa parceria restringiu-se à intermediação de negociações com seu então parceiro local das atrações internacionais, com exceção do Rock n Roll All Stars, que foi negociado diretamente pela Lamparina Filmes e Produções". Também em comunicado divulgado à imprensa, o dono da Lamparina, Natanael Jr., rebateu as acusações, dizendo que não é a único responsável pelo fracasso do festival. "Cabia à Negri Concerts o contato, a contratação e a efetivação do pagamento de todas as bandas internacionais, exceto o Rock’n Roll All Stars. À Lamparina, no entanto cabia arcar financeiramente com essas contratações, que foi feito e pode ser comprovado através de documentos". Ao UOL, Natanael ainda disse que se apresentará no Ministério Público do Maranhão nesta semana para prestar esclarecimentos e comprovar pagamentos."...
Fonte :uol.com

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Após a desistência de mais de 20 bandas e muitos problemas de estrutura, o Festival Metal Open Air foi definitivamente cancelado pelos organizadores do evento na manhã deste domingo (22). A informação foi confirmada ao UOL por Natanael Jr., dono da produtora Lamparina, uma das realizadoras do festival. "Não tinha como continuar depois do clima de ontem", afirmou. A outra produtora do evento, Negri Concerts, também confirmou o fim antecipado do festival. "Uma pena. É a única coisa que consigo dizer. Estou chocado com tudo isso", disse Felipe Negri, que também explicou que algumas bandas haviam sido convencidas a subir ao palco neste domingo. "Mas os fornecedores de som não foram pagos e eles já desmontaram e levaram todo o equipamento embora", disse. Natanael nega e diz que todos os fornecedores foram pagos. A produtora Lamparina divulgou ainda um comunicado oficial sobre o cancelamento do evento. "A Lamparina Produções lamenta profundamente e anuncia o cancelamento do terceiro dia de shows do Metal Open Air. No entanto, afirma que os problemas causadores da interrupção do evento não são somente de sua responsabilidade". Reportagem do UOL no local apurou que os espectadores do evento estão deixando o local sem causar confusão. Muitos também fizeram um abaixo assinado para mostrar a indignação coletiva em relação a desorganização do evento. Muitos fãs do metal, no entanto, ainda devem passar mais uma noite acampados no local por não terem conseguido remarcar suas passagens de volta. Vinicius Laurindo é um deles. Saiu de João Pessoa só para ver o festival e após saber do cancelamento do evento pela imprensa, tentou mudar sua passagem aérea para a tarde deste domingo, mas teria que desembolsar R$ 500 a mais. Ele ainda contou que procurou hospedagem na região, mas quando há vagas, os valores da diária são muito altos. Sem segurança privada, os fãs que decidirem passar a noite no acampamento serão protegidos por um contigente reduzido da Polícia Militar, menos de 20 homens. Alguns grupos, segundo contou Alan Carvalho, estão se unindo para ocupar um único alojamento para se proteger de possíveis roubos. Além de segurança precária, os acampados enfrentam outras dificuldades, como falta de banheiro e de locais de venda de alimentos. Alan ainda disse que o show do Korzus, realizado no sábado (21), evitou uma tragédia. "As pessoas gostaram e isso desviou um pouco a atenção dos problemas para a música". Alan ainda afirmou que os fãs de rock são rotulados como baderneiros, mas que a maioria está optando por uma saída judicial. Natanael também se defendeu das acusações de agressão feitas por Felipe Negri neste sábado (21). "Eu não o agredi. Eu só bloqueei o carro dele porque ele estava querendo fugir do local das apresentações. Ele também era um dos organizadores, tinha que estar lá para assumir e fazer acontecer os shows das bandas que queriam subir no palco", disse. O dono da Lamparina disse que não há possibilidade de recomeço dos shows neste domingo. "O palco já está desmontado e os equipamentos de som já foram levados embora". Ele ainda afirmou que não sabe como vai fazer para ressarcir o público do evento. "O prejuízo é enorme. Vou tomar uma série de medidas legais para depois ver o que posso fazer". Tanto Natanael quando Felipe disseram estar preocupados com a segurança das pessoas que ainda permanecem acampadas ou na espera por shows. "Estamos com uma equipe lá para dar assistência às pessoas acampadas", disse Natanael. O cenário na noite deste sábado (21) era desolador para quem pagou pelo ingresso do festival Metal Open Air, em São Luís, no Maranhão. Depois do show da banda brasileira Korzus, último numa noite que teve 9 das 13 apresentações canceladas, a produção responsável pelo evento começou a desmontar o equipamento de som do único palco que ainda funcionava. Mesmo com a chance remota dos shows prosseguirem, muitos fãs ainda alimentavam neste sábado a esperança de assistir a algum dos shows prometidos deste domingo. “É muita sacanagem eles não virem avisar a gente de nada. Não sabemos o que está acontecendo, estamos indignados”, diz o maranhense Cícero Luis. Após sete horas de atraso e uma ameaça real de cancelamento definitivo do evento, o primeiro show do segundo dia do Metal Open Air só começou por volta das 18h, com a banda maranhense Àcido. Na sequência, foi a vez de Dark Avenger, Legion of the Damned e, finalmente, os veteranos do metal brasileiro do Korzus, que encerraram o evento pouco após a meia-noite. Problemas do festival Apesar de um começo razoavelmente recompensador para quem viu ao menos os shows de Megadeth e Anvil na primeira noite, o Metal Open Air vinha acumulando uma sequência de graves problemas na organização e estrutura desde horas antes de seu início. Na quinta-feira, houve o anúncio do cancelamento de 3 shows. Marcado para começar às 10h da manhã de sexta, o Metal Open Air só viu seu primeiro show às 15h, horário em que entraram os canadenses do Exciter – no mesmo dia, fãs já reclamavam de precariedades, incluindo a área de camping, montada em um estábulo de cavalos usado em feiras agropecuárias. Parte da estrutura passou o dia desmontada, e um dos palcos prometidos simplesmente não funcionou. Não havia caixas eletrônicos, garantidos pelo material de divulgação, e a praça de alimentação se resumia a poucas vendas em que faltava até água. Caminhões de abastecimento circulavam livres pela área do evento, oferecendo risco para quem passava. Em entrevista ao UOL, organizadores admitiram problemas, como a falta de verbas para pagar as bandas, mas colocaram patrocinadores e o governo do Estado do Maranhão - que, horas depois, negou em nota oficial qualquer relação com o evento. No início da tarde de sábado, o festival chegou a sofrer ameaça de cancelamento. Descontentes com a falta de pagamento, fornecedores de caixas de sons começaram a desligar os equipamentos que estavam no palco. Camarins também foram desmontados, enquanto o público ainda aguardava um possível início de shows debaixo de chuva. “A gente perdeu o Abril Pro Rock, que é um festival de que gostamos muito, acreditando que ia dar tudo certo aqui. Estamos tristes com os cancelamentos, hoje [sábado] queríamos ver pelo menos o Blind Guardian", afirmaram ao UOL os amigos Herico Hezion e José Everton, ambos da cidade de Patos, na Paraíba. Apesar dos problemas, os dois disseram que existem bons festivais no Nordeste e que isso não é desculpa para críticas. "Gastamos muita grana e ainda perdemos o outro festival”, lamentaram. O gerente Maurício – que preferiu não dizer seu verdadeiro nome – viajou do Sul só para assistir ao festival. Acompanhado de Regina Natal, de Criciúma, em Santa Catarina, ele criticou os cancelamentos em cima da hora. “Todos nós viemos assistir ao Venom [que tocaria no domingo], faltei no trabalho para vir ontem e agora tudo isso. Avisaram o cancelamento em cima da hora, estou tentando adiantar meu voo de volta”, contou. Maurício também comentou sobre o preço dos serviços no festival. “O preço dos serviços é outra coisa absurda. A gente pega um táxi e a cada hora é um preço diferente. O taxista roda sem taxímetro e cobra até 30 reais. Os ônibus que a organização prometeu não funcionam”, reclamou. Quem também reclamou das condições do festival foi Joe Barzotto, de Porto Alegre. Ele disse que a situação no camping melhorou, mas que a chuva deixou toda a parte descoberta enlameada. Timo Kotipelto, de São Luís, disse que alguns shows até compensaram a má organização. “A gente gostou muito de ver Destruction, Exciter e Exodus, nossas bandas favoritas”, disse Timo. Repercussão internacional Rock 'N Roll All-Stars, Blind Guardian, Anthrax, U.D.O., Ratos de Porão, Grave Digger, Obskure, Venom, Saxon, Unearthly, Expose Your Hate, Terra Prima, Shadowside, Hangar... A lista de nomes que cancelaram oficialmente sua participação no festival de metal maranhense já reúne pelo menos 15 das cerca de 40 atrações anunciadas originalmente para os três dias de evento. Os motivos variam de falta de pagamento de cachê e passagens aéreas até o receio pela integridade física dos músicos e fãs. "Decidimos que é muito perigoso aparecer no festival. A produtora local não agiu de maneira profissional (...) e pedimos extrema cautela a qualquer um que esteja pensando em ir", escreveu o baixista do Kiss, Gene Simmons, em nota divulgada neste sábado em nome do Rock 'N Roll All-Stars. "Entendemos que a produção não foi capaz de proporcionar um ambiente adequado para o festival", reforçou a banda alemã Blind Guardian em comunicado publicado em sua página no Facebook. Também em sua página na rede social, o Ratos de Porão disse que chegou a fazer check-in, mas que as passagens haviam sido canceladass por falta de pagamento. "Tentamos de todas as formas durante dois dias reverter a situação uma vez que nosso cachê estava pago, mas sem aéreas, fica impossível", informou o grupo do vocalista João Gordo. Em um comentário no Facebook, a produtora Lamparina - uma das responsáveis pela realização do festival - admitiu que tem enfrentado "uma série de problemas estruturais, boicote e outros". A empresa prometeu dar mais explicações na segunda-feira. Fonte :Uol ,*Com reportagem de Mariane Zendron, em São Paulo

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Rush divulga single de novo álbum; ouça 'Headlong Flight'

O trio canadense Rush lançou, nesta quinta-feira (19), o mais recente single de Clockwork Angels, o primeiro álbum da banda em quase cinco anos.

Entitulada Headlong Flight, a faixa é o terceiro single do novo álbum. As músicas Caravan e BU2B foram lançadas anteriormente como singles digitais e no álbum ao vivo Time Machine 2011: Live In Cleveland.

Clockwork Angels tem lançamento marcado para 12 de junho, e terá o tracklist abaixo:

01. Caravan
02. BU2B
03. Clockwork Angels
04. The Anarchist
05. Carnies
06. Halo Effect
07. Seven Cities Of Gold
08. The Wreckers
09. Headlong Flight
10. BU2B2
11. Wish Them Well
12. The Garden

Um vídeo com a letra de Headlong Flight foi lançado no canal da banda no YouTube. Assista:

Fonte:virgula.com

Morre Levon Helm, baterista e vocalista da The Band

Morreu ontem Levon Helm, ex-baterista e vocalista da The Band, aos 71 anos.

A notícia foi divulgada por sua família, depois de um anúncio no início desta semana de que o músico havia entrado nos "estágios finais" de sua luta contra o câncer.

Helm fez história com a The Band, que lançou seu primeiro disco, Music From Big Pink, em 1968, e no ano seguinte fez parte do Woodstock Festival. O último show do grupo foi em 1976, que teve participações especiais de Bob Dylan, Emmylou Harris e Neil Young, e foi documentado no documentário The Last Waltz, de Martin Scorsese. The Band se reuniu algumas vezes nos anos 80 e encerrou suas atividades de vez em 1999, quando faleceu o baixista Rick Danko.

Integrantes de banda punk ficarão presas até junho por protesto contra Vladimir Putin

Três integrantes da banda de punk rock Pussy Riot ficarão presas até de junho por fazerem um protesto contra o presidente russo Vladimir Putin em uma catedral de Moscou, na Rússia. A decisão foi tomada pelas autoridades nesta quinta-feira (19).

Em fevereiro, cinco membros da banda – conhecida por se apresentar com máscaras coloridas e minissaias - subiram no púlpito da Catedral de Cristo O Salvador, o maior templo da Igreja Ortodoxa russa, e disseram “Santa Maria, afaste Putin de nós”.

Nadezhda Tolokonnikova, Maria Alekhina e Yekaterina Samutsevich foram presas em março por vandalismo e devem ficar em reclusão até 24 de junho, enquanto as investigações policiais prosseguem. Os advogados das mulheres irão argumentar que elas devem ser soltas por terem filhos pequenos.

Segundo o policial Artyom Ranchenkov, a performance da banda em um lugar sagrado “foi ilegal e incrivelmente cínica”. A Igreja Ortodoxa russa também criticou a ação, classificando-a como “blasfema” e defendeu a punição das acusadas.
O protesto do grupo aconteceu a duas semanas das eleições presidenciais russas, que deram a vitória a Putin em meio a protestos populares e diversas denúncias de fraude.

A banda Pussy Riot ficou famosa em janeiro, ao tocar uma música com provocações ao presidente russo na Praça Vermelha – em um local que antigamente foi usado pelos czares para anunciar decretos do governo.

Protesto
Nesta quinta-feira, aconteceu ainda um protesto em favor das integrantes da Pussy Riot. Cerca de 200 manifestantes se posicionaram em frente à corte onde o caso foi julgado e pediram por liberdade.

Ativistas ligados à Igreja Ortodoxa também compareceram ao local e provocaram os demais manifestantes. A polícia prendeu cerca de 30 pessoas.

Críticas
Em entrevista a jornalistas de dentro da prisão, Nadezhda Tolokonnikova criticou o sistema de saúde da prisão e ironizou a polícia e a Igreja. “Para aqueles que nos prenderam, eu e minhas colegas de cela mandamos nossos melhores desejos. Desejamos que eles vivam em condições semelhantes a que temos vivido no último mês e meio”, disse.

Fonte:uol.com

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Paul McCartney reúne 30 mil em estádio em Assunção

O ex-Beatle Paul McCartney se apresentou ontem no Estádio Defensores del Chaco, na capital paraguaia, Assunção, para um público de cerca de 30 mil pessoas.

O show de quase três horas começou com "All My Loving" e se seguiu com uma série de hits dos Beatles, com um total de 37 músicas. Durante a apresentação, McCartney interagiu com o público com algumas saudações em guarani, como "mbaeicha pa" (como estão?) e "aguyje" (obrigado), que foram muito aplaudidas.

Antes do show, o britânico recebeu do prefeito da capital, Arnaldo Samaniego, um documento que lhe declarava "hóspede ilustra de Assunção". Sua apresentação no Paraguai faz parte de sua turnê latina que começou no último domingo em Montevidéu, no Uruguai, e agora segue para Bogotá, na Colômbia.
Fonte: uol.com.br

Festival de Jazz da Suíça tem Bob Dylan, Noel Gallagher e Gilberto Gil entre as atrações

Depois de ter vazado na internet, os organizadores da 46ª edição do Festival de Jazz de Montreux apresentaram nesta quarta-feira a esperada lista de atrações, que destacam o cantor Bob Dylan, visto no último domingo pelas ruas de Copacabana, Noel Gallagher, Tony Bennett e também muitos artistas nacionais.

Entre os representantes da música brasileira, que retornará a Montreux com grande destaque, aparecem: Jorge Ben Jor, Adriana Calcanhotto, Cidade Negra, Luiz Melodia, Sergio Mendes e também o ex-ministro Gilberto Gil. O festival será realizado em Montreux, entre os dias 29 de junho e 14 de julho.

Como parte do line-up já havia sido divulgada nesta quarta pela imprensa suíça, depois que "alguém" entrou no site do festival no momento em que os responsáveis testavam o programa que só seria anunciado na quinta, os organizadores resolveram antecipar a lista completa das atrações.

"O teste durou entre dois e três minutos", explicou Mathieu Jaton, secretário geral do Festival, ao jornal "24 Heures". "A probabilidade disto ocorrer era muito pequena. Foi incrível", completou Jaton, que ressaltou que a data do início das venda dos ingressos permanecerá a mesma.

Em comunicado posterior, os organizadores do festival fizeram referência a "uma indiscrição da imprensa suíça, que publicou informações enviadas por seus leitores apesar do embargo imposto pelo Festival sobre o programa".

"Em consequência deste fato e também para fornecer ao público uma informação mais precisa e completa, a direção do Festival decidiu anunciar o programa na integra mesmo um dia antes do esperado", explicaram.

Com preços que variam entre US$ 73 e US$ 366, os ingressos para os auditórios Stravinski e Miles Davis estarão à disposição a partir das 5h horas (horário de Brasília) da próxima sexta-feira através do site (www.montreuxjazzfestival.com).

Os dois shows mais caros do festival são os de Van Morrison, que se apresentará ao lado Buddy Guy e Quinn Sullivan no dia 6 de julho, e Bob Dylan, que dividirá o palco com um grupo de músicos de blues de Chicago, como Billy Boy Arnold e John Primer, no dia 8 do mesmo mês.
Fonte:agência EFE

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Nirvana: Dave Grohl, Krist Novoselic e Butch Vig gravam juntos

Boa parte dos responsáveis pelo maior clássico do Nirvana, o álbum 'Nevermind' (1991), voltaram a trabalhar juntos. Os ex-baterista e ex-baixista da banda, Dave Grohl e Krist Novoselic, respectivamente, e o produtor Butch Vig registraram uma canção recentemente.

"As últimas 24 horas têm sido surreais! Fizemos [o Garbage] uma ótima apresentação no El Rey na última noite e hoje fiquei gravando com Dave, Krist e convidados especiais!", escreveu Vig na semana em sua conta no Twitter. Ele também é conhecido por ser o baterista e um dos fundadores do Garbage, com quem está em turnê.

O líder do Foo Fighters trabalha em um documentário sobre o lendário estúdio Sound City, que fechou as portas recentemente, em Los Angeles. Provavelmente, a faixa que ele e seus antigos parceiros gravaram seja para a trilha sonora do filme. Nada foi dito em relação aos "convidados especiais".

O mesmo trio dividiu o estúdio durante a produção de 'Wasting Light' (2011), o último álbum do Foo Fighters. A produção foi de Butch Vig e Novoselic participou da faixa 'I Should've Known'.
Fonte:revista guitar player

Soundgarden libera nova música para download grátis no iTunes

A nova canção do Soundgarden poderá ser encontrada na íntegra para download grátis no iTunes a partir desta terça-feira (17). Quem quiser baixar 'Live to Rise', entretanto, deve ficar atento, pois terá apenas sete dias para aproveitar a oferta.

A canção foi incluída na trilha sonora do filme 'The Avengers' [no Brasil, 'Os Vingadores' – estreia nos cinemas em maio]. Faz parte da leva que a banda está produzindo depois de se reuniu, há cerca de dois anos. É, portanto, a primeira inédita deles em 16 anos.

Ainda não se sabe se 'Live to Rise' estará entre as canções do novo álbum da banda, que deve sair em breve – ainda sem título e data de lançamento definidos. O trabalho encerrará o jejum iniciado a partir de 'Down on the Upside', que saiu em 1996.

Reunido em 2010, o Soundgarden apresentou até agora a coletânea 'Telephantasm', que incluiu a inédita 'Black Rain'. Embora seja uma novidade, a faixa foi gravada durante as sessões que originaram 'Badmotorfinger' (1991).
Fonte:revista guitar player

Velvet Revolver: DVD ao vivo gravado na Alemanha sai em maio

Se por um lado o Velvet Revolver cozinha um silêncio criativo pela falta de um vocalista, por outro sua obra ganha novos reforços. O DVD ao vivo 'Let It Roll - Live in Germany' foi anunciado para o dia 25 de maio, via Eagle Rock.

Gravado em 2008 como parte da série da TV alemã 'Rockpalast', esse é o segundo lançamento desde a saída de Scott Weiland, em 2008. No final de 2010 chegou às lojas pela mesma gravadora o também DVD ao vivo 'Live in Houston'.

A apresentação de 'Let It Roll - Live in Germany' registra Weiland (vocal), Slash (guitarra), Duff McKagan (baixo), Matt Sorum (bateria) e Dave Kushner (guitarra) na etapa final da turnê promocional do álbum 'Libertad' (2007).

Além de faixas do então mais recente trabalho, o repertório traz canções do debute deles, 'Contraband', e do Stone Temple Pilots e Guns N' Roses. Veja abaixo a lista completa das músicas:

01. Let It Roll
02. She Mine
03. Do It for the Kids
04. Just Sixteen
05. Big Machine
06. American Man
07. Vasoline
08. The Last Fight
09. Interstate Love Song
10. Patience
11. She Builds Quick Machines
12. Get Out the Door
13. Fall To Pieces
14. It's So Easy
15. Set Me Free
16. Mr Brownstone
17. Sex Type Thing
18. Slither
Fonte: revista guitar player

terça-feira, 17 de abril de 2012

Bob Dylan inicia turnê pelo Brasil

Bob Dylan começou a série de seis apresentações pelo Brasil neste fim de semana. O lendário cantor e guitarrista norte-americano tocou para o público do Rio de Janeiro no domingo (15). Agora, sua agenda tem paradas em Brasília (17/04), Belo Horizonte (19/04), São Paulo (21 e 22/04) e Porto Alegre (24/04).

Há ingressos apenas para as apresentações no Distrito Federal e na capital paulista (para os dois dias). Os canais para compras são o telefone 4003-5588, o site da Tickets For Fun ou os pontos de venda cadastrados.

Dylan cravou diversos clássicos no rock, tais como 'Like a Rolling Stone', 'Mr. Tambourine Man', 'Lay Lady Lay', 'All Along the Watchtower' (imortalizada na versão de Jimi Hendrix) e 'Blowin' in the Wind' está celebrando na estrada desde o ano passado seus 70 anos de vida.

No final de janeiro foi lançada a compilação com regravações de suas canções 'Chimes of Freedom: The Songs of Bob Dylan Honoring 50 Years of Amnesty International'. O dinheiro arrecadado com a venda irá para a organização Anistia Internacional.

A última vez que o músico veio ao Brasil foi em 2008, quando promovia o disco 'Modern Times'.

Veja abaixo as informações dos shows:

Brasília
Data: 17/04 (terça)
Horário: 21h30
Local: Ginásio Nilson Nelson
Endereço: Setor SRPN - Ginásio de Esportes Nilson Nelson – Asa Norte

Belo Horizonte
Data: 19/04 (quinta)
Horário: 21h
Local: Chevrolet Hall
Endereço: Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi

São Paulo
Data: 21 e 22/04 (sábado e domingo)
Horário: 22h (sábado) e 20h (domingo)
Local: Credicard Hall
Endereço: Av. das Nações Unidas, 17.981

Porto Alegre
Data: 24/04 (terça)
Horário: 21h
Local: Pepsi on Stage
Endereço: Av. Severo Dulius, 1995
Fonte:revista guitar player

Guns N' Roses: músicos tocam sem Axl Rose no Rock and Roll Hall of Fame

O Rock and Roll Hall of Fame coroou o Guns N' Roses neste último sábado (14), nos Estados Unidos. Depois de muita expeculação, no final das contas, nenhum dos membros da atual formação compareceu à cerimônia – o que quer dizer que Axl Rose e Dizzy Reed (teclado), ambos indicados, não deram as caras. Izzy Stradlin, guitarrista original, também não foi à homenagem.

Por outro lado, Slash, Duff McKagan, Steven Adler, Matt Sorum pitaram por lá. Gilby Clarke, que esteve na banda durante a turnê dos álbuns 'Use Your Illusion' e gravou o disco de covers 'The Spaghetti Incident?', também marcou presença – mesmo sem fazer parte da lista dos indicados.

Esse time inteiro, juntamente com Myles Kennedy (vocalista da banda solo de Slash), executou uma seleção de canções do Guns N' Roses. "Eu devo dizer: essa foi uma noite realmente maravilhosa! Valeu a todos os fãs pelo apoio. Sem isso, nada teria acontecido", escreveu Slash em sua conta no Twitter, pouco depois da cerimônia.

Clique aqui e assista ao vídeo captado por um fã deles tocando 'Sweet Child O' Mine'.
Fonte:revista guitar player

Noel Gallagher é barrado pela segurança do Coachella por causa de remédios para dormir


Segundo o site do tablóide inglês The Sun, a segurança do festival desconfiou das pílulas do ex-Oasis, e quase barraram o músico pouco antes da apresentação no Coachella.

"Nos revistaram assim que chegamos", lembrou Noel ao The Sun. "Eles encontraram meus remédios para dormir e me pediram para explicar o que eram. Eu respondi: 'Falando sério, Chuck - ou seja lá qual for o seu nome - você não acha que [se fossem drogas ilegais] elas estariam na minha meia? São remédios para dormir. O que você quer que eu faça? Que eu tome uma antes de subir ao palco para provar?'".

Noel Gallagher se apresenta novamente no Coachella no próximo fim de semana, e vem ao Brasil para duas apresentações no início de maio.
Fonte:virgula.com

domingo, 15 de abril de 2012

Bem vindo ao nosso arquivo de notícias antigas .Abaixo , na página , você encontra todas as notícias que já foram publicadas na rádio .
Clique nas datas e encontre as notícias que procura através dos títulos dos posts .

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Festival Metal Open Air divulga horários e palcos dos shows; veja programação

A organização do Metal Open Air anunciou a programação final para o festival de heavy metal que ocorrerá dos dias 20 a 22 de abril em São Luís, no Maranhão.

As 40 atrações prometidas inicialmente pelo festival foram expandidas para 46. Portanto, o Metal Open Air irá começar mais cedo nos dias 20 e 22, às 10h30, e às 11h15 no dia 21.

Outra novidade no quadro final de atrações é o funcionamento do espaço clube “El Diablo” na parte da manhã, com entrada gratuita. Depois disso, o clube funcionará somente após o final dos headliners, e será cobrada a entrada de R$ 35 para a programação com o Fetish Dolls, bandas nacionais e bar noturno.

O ator e humorista Charlie Sheen, ex-integrante da série "Two And A Half Men", é um convidado especial do evento e gravou um vídeo convidando o público. Sheen será o mestre de cerimônias da banda Rock 'n' Roll All Stars, formada pelo vocalista e baixista do Kiss, Gene Simmons, Joe Elliott (Def Leppard), Matt Sorum, Duff McKagan e Gilby Clarke (Guns N' Roses), Glenn Hughes (Deep Purple), Ed Roland (Collective Soul), Sebastian Bach (ex-vocalista do Skid Row), Steve Stevens (Billy Idol), Mike Inez (Alice in Chains) e Billy Duffy (The Cult).
Confira abaixo a programação completa do Metal Open Air:

Dia 20/4
Palco Ronnie James Dio
10h30 – Headhunter DC
12h00 – Hangar
14h15 – Almah
16h45 – Shaman
19h15 – Destruction
22h00 – Symphony X

Palco Cliff Burton
11h15 – Dark Avenger
13h00 – Exciter
15h30 – Orphaned Land
18h00 – Anvil
20h30 – Exodus
23h45 – Megadeth

Palco El Diablo
10h30 – Terra Prima
11h15 – Ânsia de Vômito
12h00 – Drowned
Após Megadeth: Fetish Dolls e Fúria Louca

Dia 21/4
Palco Ronnie James Dio
11h15 – Obskure
13h00 – Legion of the Damned
15h30 – Glenn H.
18h00 – Udo
20h30 – Blind Guardian
23h45 – Rock N Roll Allstars

Palco Cliff Burton
12h00 – Stress
14h15 – Korzus
16h45 – André Matos
19h15 – Grave Digger
22h00 – Anthrax

Palco El Diablo
11h15 – Expose Your Hate
12h00 – Ácido
Após Rock N Roll Allstars: Fetish Dolls e Carro Bomba

Dia 22/4
Palco Cliff Burton
10h30 – Attomica
12h00 – Matanza
14h15 – Torture Squad
16h45 – Ratos de Porão
19h15 – Fear Factory
22h00 – Saxon

Palco Ronnie James Dio
11h15 – Motorocker
13h00 – Otep
15h30 – Obituary
18h00 – Dio Disciples
20h30 – Annihilator
23h45 – Venom

Palco El Diablo
10h30 – Megaheartz
11h15– Uneartlhy
12h00 – Semblant
Após Venom: Fetish Dolls e Baranga

As entradas estão à venda nos sites www.metalopenair.com e www.ticketbrasil.com.br.

METAL OPEN AIR

Quando: 20, 21 e 22 de abril, abertura dos portões às 9h
Onde: Parque Independência – Bairro São Cristóvão – CEP: 65055-420 - São Luís – Maranhão
Quanto: RS$ 250 (pista por dia), RS$ 450 (camarote por dia), RS$ 450 (passaporte pista), RS$ 850 (camarote + MG Area). Passaporte camping: RS$ 100 por pessoa. Passaporte El Diablo: RS$ 75 por pessoa ou RS$ 35 por dia.
Informações: www.metalopenair.com
Classificação Etária: 14 anos
Fonte: uol.com

quarta-feira, 11 de abril de 2012

B.B. King é processado por esforços para impedir filme biográfico

O cantor e guitarrista de Blues B.B. King está sendo processado por interferir e atrapalhar a produção e execução do filme biográfico "BB. King and I". Segundo o cineasta Michael Zanetis, que entrou com o processo na última semana, B.B. King tem tentado se utilizar de marcas registradas e direitos de publicidade para impedir que seja contada sua história verdadeira. A informação é do site The Hollywood Reporter.

Michael Zanetis é o eu [I] do título e acusa o cantor através da produtora King Size Film Production. B.B. King estaria tomando medidas legais para ameaçar biografias de celebridades em filmes e livros.

"B.B. King and I" é estrelado por Patrick Fugit e Wendall Pierce e conta a história do cineasta, que é descrita como "entrelaçada com a história de seu relacionamento com BB King". Zanetis conta como ajudou o cantor a ganhar uma estrela na calçada da fama em 1990.

O roteiro do filme foi escrito em 2006 e chegou a ter a capa autografada por B.B. King, mas, com o início da produção, o cantor tentou barrá-lo. Em julho de 2011, uma carta enviada por um advogado do cantor dizia que a produção violava os direitos de imagem dele. O pedido de desistência do filme atrasou as filmagens e deu negatividade ao título, gerando problemas com patrocínio após a ação judicial.

O processo aberto por Zanetis diz ainda que os pedidos de B.B. King sugere que outras obras de homenagem tenham infringido a lei, como o filme "Sete dias com Marilyn", que fala sobre a atriz Marilyn Monroe e a música "Moves Like Jagger", cantada pela banda Maroon 5 e a cantora Christina Aguilera, e que faz referência ao cantor Mick Jagger.
Fonte:uol.com

Dinho Ouro Preto canta de Elvis a Joy Division em trabalho solo e evita rótulo de "cover"

Dinho Ouro Preto levou 17 anos para lançar um novo projeto solo. O resultado é “Black Heart”, um álbum, como prefere dizer o cantor, de “versões” de clássicos do rock mundial. Nas 12 faixas do projeto, Dinho evoca sucessos de Elvis Presley (“Suspicius Mind”), Patti Smith (“Dancing Barefoot”), Leonard Cohen (“Hallelujah”) e de bandas como Joy Division (“Love Will Tear Us Apart”), The Smiths (“There Is A Light That Never Goes Out”) e Pet Shop Boys (“Being Boring”).

“Não é um álbum de cover, prefiro dizer que são versões, até pelo meu respeito ao original”, pontuou Dinho em conversa ao UOL. “Black Heart” existe na cabeça do cantor há muito tempo, mas só tomou forma há um ano e levou apenas três meses para ficar pronto. Antes, ele havia gravado "Vertigo", em 94 e "Dinho Ouro Preto", em 95, também em versão solo.

“Gravei tudo no estúdio caseiro, dentro da minha casa. Já tinha quase todas as canções na minha cabeça, ficou de fora só Tom Waits e Depeche Mode”, contou Dinho que formou uma banda especialmente para o projeto. “As músicas escolhidas são de artistas muito antagônicos, percebi a necessidade de fazer com que todos eles coubessem no álbum e tudo isso foi resolvido nos ensaios com a banda. A banda adquiriu essa naturalidade fazendo com que todas as músicas parecessem ser de uma banda só”, opinou Dinho.

Outra preocupação de Dinho foi em como cantar as canções, segundo ele, foi como “pisar em ovos”: “Acabei optando por cantar tudo com sotaque americano e quis evitar arroubos vocais. Tentei achar o tom exato das músicas para que minha voz ficasse confortável. Preferi que as interpretações fossem contidas”, explicou ele. O resultado é perceptível principalmente em “Hallelujah”, que abre o álbum.

Do repertório, destaca-se a escolha de Dinho por “Hard Sun”, canção pouco conhecida de Eddie Vedder, líder do Pearl Jam, que faz parte da trilha sonora do filme “Na Natureza Selvagem”, do ator Sean Penn. “Quis evitar bandas como Nirvana e Oasis, procurei algo no repertório do Pearl Jam e também não achei. Dei voltas até chegar em ‘Hard Sun’”, explicou.

Outro destaque que vale ser ressaltado de “Black Heart”, é a participação da cantora indie Lisa Pepineau. Dinho a conheceu por meio do produtor do álbum, Davi Corcos, e acabou fazendo o convite a ela durante um bate-papo pelo Skype. “A Lisa trouxe uma nova sonoridade e uma outra cor às músicas”, elogiou Dinho.
“Não é um álbum de amor”, diz Dinho

Para Dinho, “Black Heart” é um álbum que canta o relacionamento. “Tenho um pouco de dedo em dizer que é um CD romântico, para mim é um CD de músicas sobre relacionamentos. O amor aqui é ácido, pouco ortodoxo”, opinou.

Além disso, Dinho acredita que os fãs jovens de sua banda principal, o Capital Inicial, tem muito a ganhar ouvindo “Black Heart”. “Eu acredito que esse álbum terá um efeito pedagógico e didático, eu sei que tem fãs do Capital que gostam de Muse, por exemplo, mas pode ser que alguns não conheçam Nick Cave ou até essa canção mais nova do Eddie Vedder”, comparou.

Para Dinho, nunca é ruim “expandir os horizontes musicais” e “os jovens acabam sempre ouvindo as mesmas coisas”. “É legal brincar de escola do rock, dizer para eles: ‘Toma esses 50 anos de rock n’ roll’”, brincou Dinho que é pai de duas meninas; Giulia de 15 anos e Isabel de 13 anos.

“Elas não ouvem tudo o que eu ouço. A mais velha chegou a pedir para ir ao Lollapalooza ver o Foster And The People. Na maioria das vezes elas ouvem o que toca na rádio”, disse Dinho para completar que em seu carro só toca rock. “Na carro da mãe elas ouvem tudo. Elas gostam de Beyoncé e Lady Gaga, para a minha tristeza”, disse o cantor aos risos.

Em maio, Dinho deve estrear a nova turnê que passará por São Paulo e Rio de Janeiro. Em seguida ele fará uma pausa para gravar o novo CD do Capital Inicial. “Já temos as músicas e o estúdio está reservado”, contou Dinho que tem achado “libertador” cantar sozinho.

“Faz bem ao espírito cantar sozinho, estou muito tranquilo”, afirmou Dinho que acredita que a experiência solo trará bons frutos ao Capital. “Tenho tocado violão como nunca toquei na vida, estou um músico muito melhor e muito mais seguro”, contou ele que acredita que o acidente sofrido em 2009 - quando caiu do palco de uma altura de quase três metros - trouxe uma sensação de urgência de viver.

“Não tenho tempo a perder, talvez todo esse projeto esteja ligado ao fato de perceber que tudo é efêmero. Carpe Diem”, finalizou Dinho.
Divulgação



"Black Heart" (Sonny Music)

1 - Hallelujah (Leonard Cohen)
2 - Dancing Barefoot (Patti Smith)
3 - Nothing Compares 2 U (Sinead O' Connor)
4 - Lovesong (The Cure)
5 - Are You The One That I've Been Wait (Nick Cave)
6 - Steady As She Goes (The Raconteurs)
7 - Suspicius Mind (Elvis Presley)
8 - Hard Sun (Eddie Vedder)
9 - There Is A Light That Never Goes Out (The Smiths)
10 - Times Is Running Out (Muse)
11 - Love Will Tear Us Apart (Joy Division)
12 - Being Boring (Pet Shop Boys)
Fonte :uol.com

Ex-guitarrista do Faith No More faz show em SP

Ex-integrante do Faith No More e Mr. Bungles, Trey Spruance vem a São Paulo com sua banda de rock progressivo, Secret Chiefs 3, para show no Sesc Belenzinho (zona leste de São Paulo), em 19 de abril. Os ingressos custam entre R$ 6 e R$ 24, e estão disponíveis nas bilheterias das unidades do Sesc.
Formado em 1995, o grupo também conta com Timb Harris (violino/guitarra), Toby Driver (baixo), Matt Lebofsky (teclados) e Ches Smith (bateria).

A sonoridade do quinteto é diversificada, e ritmos como surf music, death metal, eletrônica e até tango estão no repertório.

Ao longo desses quase 17 anos, a banda já contou com mais de 40 músicos que já colaboraram e participaram da formação.

Secret Chief 3 - Sesc Belezinho - r. Padre Adelino, 1.000, Belenzinho, zona leste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/2076-9700. 19/4: 21h30. Ingr.: R$ 6 a R$ 24.
Fonte:guia folha

terça-feira, 10 de abril de 2012

Franz Ferdinand fará show gratuito em São Paulo

A banda escocesa Franz Ferdinand virá a São Paulo para fazer um show gratuito. Ela está no line-up do 16º Cultura Inglesa Festival, que acontece no Parque da Independência no dia 27 de maio.

O anúncio foi feito pela organização do festival na última semana. O vocalista da banda, Alex Kapranos, aproveitou o sábado (7) para reforçar o recado aos fãs brasileiros: “Fique alerta, Brasil! Nós estamos voltando...”, escreveu em seu Twitter.

O evento também irá contar com as bandas inglesas The Horrors e We Have A Band, além das brasileiras Garotas Suecas e Banda Uó.

O Franz Ferdinand esteve no Brasil pela última vez em 2010, quando se apresentou em São Paulo, Porto Alegre, Brasília e Rio de Janeiro.


FRANZ FERDINAND NO 16º CULTURA INGLESA FESTIVAL
Quando: 27 de maio, domingo. Horário a confirmar
Onde: Parque da Independência (Av. Nazareth, s/nº, Ipiranga, São Paulo)
Quanto: Evento gratuito
Informações: www.festival.culturainglesasp.com.br

Fonte:uol.com

Futuro do Blur e Gorillaz está com dias contados, diz Damon Albarn

Parece que a nova vida do Blur já está com seus dias contados e o show no encerramento das Olimpíadas de Londres pode ser o último, segundo Damon Albarn. Em entrevista ao The Guardian, o vocalista revelou que criar novas músicas com seus colegas de banda tem se mostrado muito difícil.

"Para mim é muito fácil trabalhar com Graham [Coxon]. Ele é um músico diariamente. Com os outros dois, é mais difícil para eles se reconectar, entende? É ótimo quando tocamos ao vivo - ainda é muito mágico - mas realmente gravar coisas novas, trocar influências musicais... é bem difícil", explicou.

Segundo Albarn, a inédita "Under the Westway" pode ser a única desta nova fase do Blur. "Nós gravamos ao vivo no estúdio, em um take. É a primeira música do Blur gravada assim, porque antes eu nunca conseguia acabar as letras antes da gente gravar. Desta vez, eu tinha terminado, então conseguimos tocar juntos. O que é legal, porque não vejo mais gravações acontecendo depois disso. Então é legal ter uma música em que finalmente fizemos direito", declarou.

O futuro Gorillaz também não é nada promissor e a possibilidade de novas músicas é "improvável". Ele e o ilustrador Jamie Hewlett estavam se desentendendo há algum tempo e a briga chegou ao seu ápice em 2010, quando o Gorillaz fez sua turnê com uma grande banda de apoio. "O Gorillaz começou como uma coisa maravilhosa e espontânea, com duas pessoas num sofá dizendo, 'Vamos fazer uma banda!'. (...) Foi uma daquelas coisas... A música e os vídeos não estavam mais funcionando tão bem juntos, mas eu sentia que nós tínhamos feito um disco muito bom e eu gostei dele. Então nós fomos lá e tocamos. (...) Jamie sente que acabou, o que é justo", contou Albarn.
Fonte:Omelete

O metal sinfônico da finlandesa Tarja Turunen no Rio

A apresentação dessa noite da finlandesa Tarja Turunen no palco do Vivo Rio encerrou não só quase dois anos da bem-sucedida turnê do álbum What Lies Beneath (2010), mas marcou também a 2ª passagem dela pelo Rio (3ª pelo Brasil) em um curto espaço de tempo. A cantora, que esteve aqui em março com sua turnê e em setembro do para acompanhar o Angra no Rock in Rio, voltou à cidade com sua trupe de músicos renomados, como o baterista Mike Terrana (Masterplan, Yngwie Malmsteen), cheia de vigor, para surpresa e alegria dos fãs, já acostumados ao retorno incerto de artistas internacional.


Com a casa ainda relativamente vazia, a banda Dreadnox, responsável por animar a galera para o show principal, iniciou sua apresentação, que contava com um repertório que alternava entre composições próprias e covers de sucessos como Sad But True, do Metallica, Lost in Space, do projeto Avantasia e Bark at The Moon, do Ozzy. Com pouco mais de 40 minutos de apresentação, a banda se despediu, deixando o espaço livre para a chegada da estrela da noite.


Por volta das 20h30, começaram a soar as primeiras notas de If You Believe, quando um problema no sistema elétrico interrompeu os trabalhos. O público então começou a entoar gritos de "Tarja! Tarja! Tarja!", mas a animação não foi o suficiente para fazer com que o problema fosse corrigido. 15 minutos depois a energia foi reestabelecida e novamente pudemos ouvir as notas iniciais de If you Believe seguidas da poderosa Anteroom of Death, interpretada por uma Tarja misteriosa, usando uma máscara veneziana, escondida atrás da tradicional cortina que abre seus shows. Logo após o primeiro número da noite, a cantora se dirigiu ao público para expressar (em português!) sua felicidade por estar aqui mais uma vez.

Na sequência vieram as canções mais agitadas dos trabalhos solo dela: Lost Northern Star, Dark Star, Naiad e Falling Awake, as quais o público respondeu com igual agitação. Antes de seguir com o espetáculo, Tarja parou um momento para agradecer pelo amor, carinho e felicidade com que ela tem sido recebida durante todos esses anos e que a canção que viria a seguir era o agradecimento dela. I Walk Alone, primeiro single de sua carreira solo, foi cantada em uníssono pelo público, que mostrou mais uma vez que pode não ser o maior, mas com certeza é o mais barulhento.


Quando a cantora deixou o palco para a habitual troca de figurino, coube ao baterista Mike Terrana, parceiro de Tarja em outras empreitadas musicais, manter a animação do público e ele não decepcionou. Mike prendeu a atenção de todos até que a cantora retornasse para a execução de uma balada, que segundo ela, é parte do próximo álbum, chamada Into The Sun. A música parece ter agradado aos fãs mais ansiosos pelo próximo material da cantora. Durante a execução de Little Lies, Tarja pediu que todos levantassem as mãos e tentou conduzir uma dança desajeitada de braços, a qual a plateia respondeu com entusiasmo. Na sequência, Tarja levou à loucura os fãs mais saudosos dos tempos do Nightwish com a clássica Bless The Child (com novos arranjos de bateria!). Nessa parte do concerto, devidamente lembrada a respeito da data de hoje por um coelho de pelúcia dado por alguma fangirl na plateia, a cantora aproveitou para desejar uma feliz Páscoa a todos.

O próximo número da apresentação foi um set acústico, no qual foi executado um medley de Rivers of Lust, Minor Heaven, Montañas de Silencio, Sing for Me e I Feel Immortal. Novamente Tarja aproveitou a oportunidade para dar mais um aperitivo do que está por vir com Never Enough.

Depois de dizer que estava sendo uma oportunidade incrível poder terminar uma turnê tão longa no Rio de Janeiro, a cantora também jogou a dica de que poderá voltar muito em breve, mesmo que seja no próximo Rock in Rio. A noite supostamente seria encerrada com In for a Kill, mas naturalmente a banda voltou ao palco para executar a velha conhecida dos fãs, Over the Hills and Far Away, e fechar com estilo, tocando as animadas Die Alive e Until My Last Breath.

Pouco mais de 2h de espetáculo e encerrou-se uma turnê longa e frutífera. Tarja, acompanhada de músicos de primeira, fez uma apresentação exemplar. É visível a satisfação da cantora com os rumos de sua carreira e, a química que faltava entre ela e seus ex-colegas do Nightwish, parece ter de sobra entre ela e seus atuais companheiros de estrada.

Set list:
01 - If you Believe¨M Anteroom of Death
02 - Lost Northern Star
03 - Dark Star
04 - Naiad
05 - Falling Awake
06 - I Walk Alone
07 - Drum solo
08 - Little Lies
09 - Into the Sun
10 - Bless the Child
11 - Rivers of Lust¨M Minor Heaven¨M Montañas de Silencio¨M Sing for Me¨M I Feel Immortal
12 - Never Enough
13 - In For A kill

Bis:
14 - Over the Hills and Far Away
15 - Die Alive
16 - Until My Last Breath
Fonte: Almanaque Virtual

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Pioneiro dos amplificadores, Jim Marshall morre aos 88 anos

Jim Marshall, apelidado de "Pai do Barulho" por seu trabalho pioneiro em amplificadores de guitarra utilizados por alguns dos maiores nomes do rock, morreu aos 88 anos.

"É com profundo pesar que anunciamos o falecimento do nosso amado fundador e líder nos últimos 50 anos, Jim Marshall", disse um comunicado no site de sua empresa.

"Embora de luto, nós saudamos também um homem lendário que levou uma vida plena e verdadeiramente notável."

Diversas homenagens lembravam o homem creditado por ajudar a moldar o som do rock.

"A notícia da morte de Jim Marshall é profundamente triste", disse Slash, ex-guitarrista do Guns N' Roses, em uma mensagem no Twitter. "O rock and roll nunca mais será o mesmo sem ele. Mas seus amplificadores vão viver para sempre!"

Sua empresa disse em um tributo por escrito que: "Sua memória, a música e alegria que seus amplificadores trouxeram para incontáveis milhões nas últimas cinco décadas e o logo mundialmente famoso e onipresente que orgulhosamente ostenta o seu nome vão viver para sempre".

PRIMEIROS CLIENTES

Nascido em Londres em 1923, Marshall começou como baterista antes de entrar no ramo dos negócios e criar a Marshall Amplification em 1962.

Por volta de 1960, o jovem Pete Townshend, que mais tarde foi guitarrista do The Who, sugeriu a Marshall que ele expandisse sua loja de música para vender guitarras e amplificadores, assim como baterias.

De acordo com uma entrevista que Marshall deu há vários anos, a loja de Londres rapidamente se transformou em uma "troca de trabalho de rock and roll", e Marshall contratou um engenheiro de uma gravadora para ajudá-lo a construir protótipos de amplificadores.

Marshall rejeitou as cinco primeiras tentativas, mas ficou feliz com o som da sexta -- ele recebeu 23 encomendas para o novo equipamento apenas no primeiro dia.

Músicos lendários, incluindo Jimi Hendrix e Eric Clapton, estavam entre os primeiros usuários dos amplificadores Marshall.

Quando Hendrix entrou na loja, Marshall lembrou-se de ter pensado: "Que inferno, aqui está outro guitarrista americano querendo algo por nada."

Mas o guitarrista pagou o preço total por tudo que ele comprou, sem atraso.

Marshall é reverenciado como um dos quatro antepassados dos equipamentos de rock, juntamente com Leo Fender, Les Paul e Seth Lover.

Ele recebeu uma honra da Ordem do Império Britânico pelos serviços prestados à indústria da música e à caridade, e doou milhões de libras para "causas nobres", de acordo com seu website.

Entre elas estão o Royal National Orthopaedic Hospital, em Stanmore, onde ele teria sido tratado de tuberculose quando era criança.

(Reportagem de Hugo Bachega)
Fonte: agência REUTERS

Filme brasileiro baseado em álbum de Bob Dylan "tende a ser sobre história de amor trágica", diz produtor de "Blood On The Tracks"

O filme brasileiro baseado em “Blood On The Tracks”, 15º álbum da carreira do ícone folk Bob Dylan, "tende a ser sobre história de amor trágica", disse o produtor Fernando Loureiro, em entrevista por telefone ao UOL.

Projeto idealizado por Rodrigo Teixeira, presidente da RT Features, – responsável por filmes como “Heleno” e “O Gorila” - ainda não tem data de início de filmagens nem diretor definido, mas já recebeu a aprovação dos agentes de Dylan por não ser um filme autobiográfico. “Não temos data certa, mas acho que vai ser rápido, a repercussão foi muito grande", conta o produtor. Nesta quarta (4), a revista especializada "Variety" publicou uma nota falando sobre o filme.

"A gente não quer fazer um filme autobiográfico, Dylan não é personagem. Não queremos fazer um clipe, e sim traduzir o sentimento que o álbum transmite”, explica Fernando, que disse ter ouvido o álbum pela primeira vez aos 12 anos.

O produtor também adianta que as filmagens serão nos Estados Unidos, e provavelmente, com um diretor americano. “Ainda é muito cedo pra falar sobre isso, mas estamos cogitando diretores americanos, estou falando com vários agentes diferentes, não há nada certo”, diz.

“Vai ser algo muito respeitoso, Dylan é um herói, pra gente esse é o melhor álbum de todos os tempos, nunca faríamos nada que deixasse os fãs desapontados”, explica Fernando. “As músicas tem histórias contidas nelas, a ideia é criar em cima disso e captar esse sentimento”, finaliza.
Fonte:uol.com

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Paul McCartney confirma segundo show no Recife; ingressos estarão à venda na madrugada desta quinta-feira

O segundo show de Paul McCartney no Recife está confirmado para o dia 22 de abril no Estádio do Arruda. Um dia antes, o ex-beatle se apresenta no mesmo local, que já está com os ingressos esgotados nos setores pista premium e cadeiras.

Os ingressos para a apresentação extra começam ser vendidos na madrugada desta quinta-feira (5), a partir da meia-noite, pelo site www.zetks.com. Haverá também venda nas bilheterias do Chevrolet Hall a partir das 9h e no quiosque do evento montado no Shopping Recife, a partir das 10h. As entradas custam R$ 600 (pista premium), R$ 340 (cadeira), R$ 260 (gramado e arquibancada inferior) e R$ 160 (arquibancada superior) --há meia-entrada para todos os setores.
O espaço da plateia ficará dividido em uma área pista premium, com capacidade para cerca de 8.000 pessoas. O setor pista ficará entre o meio do campo e o anel inferior --uma passarela será construída para dar acesso ao anel inferior da arquibancada. Esse setor terá 35 mil ingressos. Os outros setores ficarão no anel superior e nas cadeiras --devem ser utilizadas 4.000 das 6.000 existentes. No total serão disponibilzados 60 mil ingressos.

A estrutura do evento começa a ser armada a partir do dia 9 de abril. Serão 30 carretas de equipamentos, incluindo material para o palco, som, luz e salas de produção. O palco terá 24 x 22 metros.

No dia 25 de abril, Paul McCartney também se apresentará em Florianópolis, no Estádio da Ressacada. Os ingressos variam de R$ 280 a R$ 760. Os ingressos já estão à venda pelo site www.zetks.com.

McCartney lançou em fevereiro seu recente disco de estúdio, "Kisses on the Bottom". O disco tem apenas duas músicas inéditas, "My Valentine", com participação de Eric Clapton, e "Only Our Hearts", com Stevie Wonder. O restante é composto por regravações de standards dos anos 50 em estilo jazzy/retrô.

A última apresentação do ex-beatle no Brasil foi em maio de 2011, no Rio de Janeiro. Ele retornou 21 anos depois de se apresentar pela 1º vez no país, na mesma cidade. Antes, com a mesma turnê, ele já havia passado por São Paulo e Porto Alegre.
PAUL MCCARTNEY EM RECIFE
Quando: 21 e 22 de abril
Onde: Estádio José do Rego Maciel (Arruda)
Quanto: R$ 600 (pista premium), R$ 260 (gramado), R$ 340 (cadeiras), R$ 180 (arquibancada superior). Há meia entrada
Ingressos: www.zetks.com.br

PAUL MCCARTNEY EM FLORIANÓPOLIS
Quando: 25 de abril
Onde: Estádio da Ressacada
Quanto: R$ 760 (gramado premium), R$ 350 (gramado), R$ 380 (cadeiras cobertas gold), R$ 280 (cadeiras descobertas). Há opção de meia-entrada, apenas para venda do público geral.
Ingressos: www.zetks.com.br
Fonte:uol.com

Pearl Jam | Novo álbum deve sair em 2013

O Pearl Jam deve lançar um novo álbum de inéditas em 2013, segundo o guitarrista Stone Gossard.

Em entrevista à Billboard, ele contou que a banda continua "em processo de gravação", com o produtor Brendan O'Brien. "Ainda é muito cedo para dizer o que vai sair, mas nós gravamos algumas músicas ótimas e escrevemos mais algumas. Vamos fazer mais algumas gravações nos próximos três ou quatro meses e o mais provável é que o disco saia no ano que vem", declarou.

Gossard se mostrou reservado e não deu mais detalhes sobre o álbum. "Eu não gosto muito de falar sobre isso antes de ficar pronto, porque as coisas têm a tendência de mudar. Estamos apenas no meio do processo e estamos nos divertindo muito e mais empolgados do que nunca em criar novas músicas", finalizou.

Em entrevista anterior, o guitarrista havia comentado a possibilidade do Pearl Jam seguir um caminho mais experimental em seu novo trabalho, possivelmente seguindo a linha de lançamentos como No Code (1996).

Fonte:omelete


Prestes a se apresentar no Brasil, vocalista do Foo Fighters enfrenta falhas na voz em show na Argentina

A quatro dias de se apresentar no Brasil, o vocalista do Foo Fighters ainda sofre com problema nas cordas vocais. E em Buenos Aires, na última terça-feira (3), Dave Grohl evidenciou os obstáculos de um cisto na garganta que mantém há anos na primeira visita da banda à capital argentina. Atração principal do festival Lollapalooza, em São Paulo, no próximo sábado (7), o cantor viu sua voz falhar em diversos momentos no palco.
O Foo Fighters terminou com uma espera de 17 anos do público portenho e foi recebido com a casa cheia na primeira de duas apresentações marcadas no estádio do River Plate. A abertura foi da dupla norte-americana MGMT, recebida com pouco entusiasmo pela plateia. Só quando Dave Grohl apareceu correndo em direção aos fãs, nos primeiros acordes de "Wasting Light", é que o público se manifestou aos gritos.

Nos primeiros acordes de "My Hero", o estádio virou um grande karaokê. "Demoramos 17 anos para vir aqui, agora vamos ter que tocar todas as nossas músicas", brincou Dave, tocando os primeiros acordes do hit "Learn To Fly". "White Limo", "Arlandria" e "Breakout" foram tocadas sem espaços para descansar.

Os primeiros acordes de "Rockaway Beach", dos Ramones, fizeram o estádio gritar o famoso hino da banda de Nova York ("hey ho, let's go!"), mas tudo não passou de uma brincadeira. "Sabemos tocar 20 segundos de todas as músicas que existe", disse ele.

Após "Walk", tocada pelo vocalista sozinho no palco, a voz de Dave começou a falhar. Em "Monkey Wrench", o problema transpareceu ainda mais no final da música. "Vou gritar o mais alto que puder. Será alto, mas não o quanto eu gostaria", desculpou-se. "Stacked Actors" teve uma versão bem diferente da original, que contou com um duelo de solos de guitarras entre Grohl e Shiflett, que incluiu o refrão de "Feel Good Hit of the Summer", do Queens Of The Stone Age.

As baladas "Let it Die" e "I Should Have Known" foram os momentos mais tranquilos seguidos pelas agitadas "These Days", "This Is a Call", "Best Of You" e "All My Life", com a banda saindo de cena. O público chamou de volta pelo Foo Fighters e Dave Grohl cantou "Wheels" sozinho, tocando guitarra.

Com a banda a postos novamente, "Times Like These" e "Dear Rosemary" foram tocadas quase sem pausa, prepararando o público para a entrada da cantora e guitarrista Joan Jett, que cantou seu hit oitentista "Bad Reputation". "Everlong" fechou o bis da apresentação de um pouco mais de 2h30 com um coro uníssono.

Em Buenos Aires, a plateia não foi composta apenas de argentinos: muitos brasileiros estavam no local. Os amigos Franco Masgroski Dutra e Mateus Rauber Du Bois, ambos de 33 anos, saíram da cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, para ver o Foo Fighters. "Viemos de carro até o Uruguai e depois pegamos a balsa", contou Mateus. A escolha pela Argentina para quem mora no sul do Brasil, segundo os gaúchos, é a facilidade de chegar ao país, sendo mais perto e mais barato que ir para São Paulo. "O câmbio favorável ajuda, fora que é ridículo ter apenas um show no Brasil e com ingresso tão caro".

Veja o que o Foo Fighters tocou em Buenos Aires:

"Bridge Burning"
"Rope"
"The Pretender"
"My Hero"
"Learn to Fly"
"White Limo"
"Arlandria"
"Breakout"
"Cold Day in the Sun"
"Big Me"
"Stacked Actors"
"Walk"
"Monkey Wrench"
"Let It Die"
"I Should Have Known"
"These Days"
"This is a Call"
"Best of You"
"All My Life"

bis
"Wheels"
"Times Like These"
"Dear Rosemary"
"Bad Reputation"
"Everlong"
Fonte:uol.com

Coleção com objetos do guitarrista inglês Rory Gallagher será exposta depois de 50 anos

Uma coleção privada de objetos relacionados com o guitarrista irlandês Rory Gallagher entra em evidência depois de ter permanecido oculta por quase 50 anos em uma casa de Cork, a cidade que viu crescer este mito do rock e do blues.

Apesar de nunca ter sido considerado um "fenômeno", Rory Gallagher foi um dos primeiros artistas irlandeses de blues reconhecido fora da Irlanda, sendo citado como influência direta de ninguém menos que Edge (do U2), Slash (ex-Guns 'n' Roses) e John Marr (The Smiths).

Em entrevista à Agência Efe, Dónal Gallagher, irmão do falecido artista, afirmou nesta quarta-feira que a coleção descoberta inclui a primeira gravação de estúdio realizada por Rory com sua primeira banda, The Fontana Showband, uma autêntica relíquia para seus fãs.

O material inédito esteve durante 46 anos em posse do então "manager" da banda, Philip Prendergast. Após a morte do mesmo, a coleção acabou sendo encontrada por sua mulher, Sarah Prendergast, que decidiu doar todos os materiais para um amigo e fã de Gallagher, Tim O'Leary, o responsável por tornar pública essa descoberta.

Qualificado por Dónal como "fantástico", o achado também inclui uma breve biografia de Gallagher, que cita que o músico gostava de roupas de couro, suco de laranja e de colecionar discos.

Apesar de contar uma biografia e uma série de fotos do jovem Gallagher com sua primeira guitarra elétrica, uma Fender Stratocaster, a joia desta coleção é mesmo a velha fita k7 com sua primeira gravação de estúdio.

"A coleção reflete um período muito lindo na vida do meu irmão e na evolução de sua música pois, como integrante da Showband, queria mudar a imagem e o som habitualmente usados por este tipo de grupos", afirmou Dónal à Agência Efe.

Nesta fita, que contem cinco faixas, os destaques são "You Fooled Me All the Time" e "I Want You to Be Happy", duas das primeiras canções composta por Rory Gallagher. As outras são "Slowdown", "My Bonnie" e "Valley of Tears", versões que completam a tal fita, que, por sinal, foi elaborada com intenção de conseguir alguns shows em bases aéreas do Exército americano.

Em declarações à imprensa, Tim O'Leary afirmou que gostaria que sua coleção fosse exibida adequadamente para que todos os fãs de Gallagher e de música no geral."Ficaria muito feliz se essa exposição fosse montada em Cork", afirmou o fã e amigo.

"A Biblioteca Musical de Cork apresentou um projeto de ampliação de suas instalações para dar criar uma sala dedicada exclusivamente ao meu irmão. Mas, a crise econômica acabou paralisando este projeto", explica Dónal.

Segundo Dónal, o material também poderá ser exposto na loja onde Gallagher comprou sua Fender Stratocaster, a Crowley's Music Store, um estabelecimento que se transformou em um destino de peregrinação para os admiradores do músico nos últimos anos.

Apesar de não ter nascido em Cork, foi nesta cidade que o músico cresceu e formou a banda The Taste, a mesma que projetou o jovem internacionalmente. Rory Gallagher morreu em 1995, em Londres, pouco tempo depois de ter sido submetido a um transplante de fígado.
Fonte: agência EFE

quarta-feira, 4 de abril de 2012

"Já pensei em parar de tocar", diz Dave Grohl em biografia; músico vem ao Brasil para show

"Quando Taylor [Hawkins, baterista do Foo Fighters] teve overdose, pensei, pela primeira vez na vida, em parar de fazer música. Porque chegou ao ponto de me questionar se a música era sinônimo de morte. Acredita?", conta Dave Grohl, líder do Foo Fighters. O depoimento faz parte da biografia "This Is A Call", lançada nesta semana no Brasil, a mesma em que a banda americana desembarca no país para um show no Lollapalooza, no sábado (7).

"This Is a Call - A Vida e a Música de Dave Grohl" foi traduzida pela editora Leya e escrita por Paul Branning, ex-editor da revista musical "Kerrang!". Além dela, "Nada A Perder" --também sobre a vida de Dave-- foi apresentada ao público recentemente pela Ideal Editoras. O segundo livro foi escrito por Michael Heatley, famoso biógrafo americano responsável por reproduzir as histórias de Bon Jovi, Paul McCartney, John Lennon, Deep Purple e Neil Young.

As duas biografias são não-oficiais falam sobre a infância de Grohl na cidade de Springfield (Virginia), sua conturbada história com o Nirvana e a relação com Kurt Cobain. Além de trazerem entrevistas, fotos e a discografia do músico, considerado o mais "cool" do momento pela imprensa especializada. A principal diferença entre as edições é que "Nada a Perder" conta com depoimentos de outros artistas e tem como referência a carreira profissional de Grohl, já em "This Is a Call" a principal referência está nas conversas do editor da revista com o músico.
"Ingressei na banda no dia 23 de setembro de 1990 e partimos pra fazer o 'Nevermind' em abril. Então foi só depois do 'Nevermind que Kurt começou a se f*** de verdade. Você podia estar chapado de heroína agora, mas eu não saberia, naquela época não sabia mesmo, eu era um moleque", explica Grohl em trecho de "This Is A Call".

Apesar de narrarem com precisão as histórias na vida do músico, as duas biografias, escritas por fãs, deixam escapar alguns elogios superlativos, como "Deus do Rock", que deixam o texto um pouco parcial. Mas compensam com histórias das músicas e relacionam momentos importantes da carreira de Grohl, como quando estava sem casa, com a conta bloqueada e recém-divorciado e compôs "Everlong", considerado o maior hit do grupo.

Os livros, em resumo, mostram a trajetória de um homem que cresceu em torno de um cliché adolescente, o de crescer e se tornar um grande astro do rock, vivendo de shows, fãs e grandes turnês. Talvez seja isso que as tornem tão atraentes.

"This Is A Call - A Vida e A Música de Dave Grohl"
Tradução de Texto Editores
582 páginas
Editora Leya

"Nada a Perder", por Michael Heatley
Tradução de Tony Aiex
240 páginas
Editora Ideal
Fonte:uol.com

Herdeiro de Paul McCartney diz que ideia de formar banda já foi discutida com filhos dos Beatles

Às vésperas de lançar sua carreira musical, o filho de Paul McCartney, James, disse, em entrevista à BBC, que aceitaria formar uma banda com filhos de outros Beatles.

O compositor de 34 anos de idade faz um show nesta terça-feira (3) no tradicional Cavern Club de Liverpool, onde os Beatles saltaram para a fama, e outro em Dublin antes de embarcar para uma turnê americana.

James já tocou em dois álbuns de Paul, que produziu os dois EPs do filho, em parte gravados nos estúdios de Abbey Road.

Pergunta - O que você acharia de formar The Beatles - A Próxima Geração, com Sean Lennon, Dhani Harrison e Zak Starkey (filho de Ringo Starr)?
James McCartney - Não acho que seja algo que Zak gostaria de fazer. Talvez o Jason (outro filho de Ringo, também baterista) topasse. Eu estaria disposto. O Sean parece topar, o Dhani também. Eu ficaria feliz de tentar.

Pergunta - Vocês já discutiram a ideia?
James - Sim, um pouco.

Pergunta - Você acha que isso pode acontecer?
James - Sim, claro, espero. Mas não tenho certeza, teremos que esperar e ver. A vontade de Deus, o apoio da natureza, suponho eu. Portanto, sim, talvez.

Pergunta - Você tinha vontade de tocar no Cavern, no mesmo lugar onde tudo começou para seu pai?
James - Sim, acho que sim. Simplesmente abraçar a herança dos Beatles em vez de fugir dela.

Pergunta - Quando você começou a tocar, usava o nome de Light (luz em inglês). Era uma tentativa de esconder sua identidade?
James - Na verdade, não. Eu era simplesmente mais inclinado a ter um nome de banda que fosse rock and roll e espiritual. "E agora, Light!". Era isso que eu tinha em mente, caso algum dia chegasse a tocar no estádio de Wembley. Acho que a luz é um tema recorrente nas religiões na espiritualidade. Os hindus cultuam a luz, que é algo visto como divino e espiritual.

Pergunta - Você sempre quis ser músico?
James - Sim, quando cheguei a uma certa idade, percebi que era um pouco melhor que os outros garotos na escola com a guitarra e passei a me orgulhar e gostar disso. Na época eu sonhava em ser melhor que os Beatles. Não sei se conseguiria. Gostaria de chegar ao mesmo nível, mas mesmo isso é bem difícil.

Pergunta - Como você se sente quando as pessoas o comparam ao seu pai?
James - Acho que é ótimo, uma honra. Não acho que eu seja tão bom como os Beatles ou meu pai, mas eles são, indiscutivelmente, influências.

Pergunta - Ajuda ou atrapalha ter o sobrenome McCartney?
James - É uma ajuda. Pode ser difícil às vezes encarar sozinho, mas acima de tudo, ajuda.

Pergunta - Como é trabalhar com seu pai, além de ter um relacionamento familiar?
James - É incrível. Algumas vezes no passado, há alguns anos, podia ser difícil, tenso, como qualquer família. No entanto, mais do que isso, é lindo. Ele é um gênio, está além de ser gênio e é uma grande inspiração. Muito intelectual e obviamente maravilhoso no que faz, portanto é muito divertido. Ele me ajuda a me sintonizar comigo mesmo e ser a melhor pessoa que posso ser.

Pergunta - Qual foi o papel dele como co-produtor?
James - Apenas me dirigir e ter algumas idéias sobre quais instrumentos deveríamos colocar ou me encorajar a cantar um pouco melhor, ou gravar novamente algo. Também com os arranjos e a estrutura das canções e a mixagem. O processo todo.

Pergunta - Seu pai tentou dissuadi-lo da carreira musical?
James - Não, de forma alguma. Ele incentiva bastante.

Pergunta - Quando você estava crescendo, em que momento percebeu que seu pai era famoso?
James - Sempre percebi isso, quando havia fãs por perto que pediam autógrafos e, às vezes, eles pediam até o meu. Eu negava porque meus pais nos estimulavam a tentar viver uma vida mais privada.
Fonte: BBC Brasil