quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Deep Purple dá uma aula de Rock’n Roll em BH

Nesta terça-feira, (11/10) a banda Deep Purple se apresentou no Chevrolet-hall em Belo Horizonte. A exemplo do que já havia feito em outras apresentações da mesma turnê no Brasil , os ingleses desfilaram um repertórios de clássicos da banda .
O show que começou com poucos minutos de atraso e teve duração aproximada de 01h45minh foi um passeio pelas quatro décadas de sucessos da banda, um público sedento aguardava o grupo e não decepcionou: cantou e interagiu com a banda durante todo o espetáculo.
Destaques para os solos e performances inusitadas do guitarrista Steve Morse e a magia do tecladista Don Airey que tocou até “tico-tico no fubá”, além é claro, das performances impecáveis de Ian Gillan, Ian Paice e Roger Glover.
Em tempos de festivais extremamente comerciais que se dizem Rock, o show de uma banda que faz de maneira simples e direta Classic Rock a mais de quarenta anos foi uma oportunidade e tanta para unir várias gerações de apaixonados pelo bom e velho rock, uma experiência inesquecível para os fãs presentes na casa de shows.
Fonte: Redação Porão do Rock

15 anos sem Renato Russo; veja curiosidades sobre o líder da Legião Urbana

Renato Russo era o nome artístico de Renato Manfredini Júnior, nascido no Rio de Janeiro, no dia 27 de março de 1960. À frente da Legião Urbana, Renato foi um dos principais cantores e compositores durante o estouro do rock brasileiro nos anos 80, registrando clássicos daquela década como Faroeste Caboclo, Que País É Esse?, Pais e Filhos, Há Tempos, entre tantos outros.A banda nasceu em 1982, logo após o fim do Aborto Elétrico - grupo punk que também deu origem ao Capital Inicial. No início, as canções de Renato eram recheadas de críticas sobre a sociedade brasileira. Exemplos claros disso eram as faixas Geração Coca-Cola, Será e Índios. Mas o diferencial da Legião era que além das letras de protesto, o grupo se permitia falar sobre amor, como em Ainda é Cedo, Quase Sem Querer e Eduardo e Mônica. Justamente por essa dualidade não era difícil ser embalado pelas melodias da banda.Em 1989, Renato Russo foi diagnosticado como soropositivo. Apesar disso, a banda seguiu carreira e só foi parar sete anos depois. O último álbum da Legião Urbana foi A Tempestade Ou O Livro dos Dias, lançado em outubro de 1996. Apenas 21 dias após o lançamento do disco, (dia 11 de outubro), Renato faleceu em seu apartamento no Rio de Janeiro. Com sua morte, estava decretado o término da Legião Urbana.
Mesmo com o fim, a Legião ainda é o terceiro grupo musical da gravadora EMI que mais vende discos em todo o mundo, com uma média de 250 mil cópias por ano. Renato é venerado como um dos mais importantes compositores do rock brasileiro e conta com uma verdadeira legião de fãs, que mantém viva a apreciação da banda, considerada por muitos a mais importante de todos os tempos no Brasil.

Uma prova de sua relevância para a música brasileira foi o Concerto Sinfônio Legião Urbana, organizado na edição deste ano do festival Rock in Rio e que reuniu grandes nomes como Herbert Vianna, Pitty, Rogério Flausino (Jota Quest) e Dinho Ouro Preto do Capital Inicial.
Fonte:vírgula.com