Na semana passada, Eric Clapton se despediu do Brasil, onde não tocava há cerca de uma década. Foram quatro shows em três capitais – Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo –, os quais provavelmente ficarão gravados na memória de muita gente.Um dos melhores instrumentistas do mundo, esse britânico de 66 anos carrega desde o início da carreira o apelido de deus da guitarra, o qual considera um elogio, conforme o próprio disse em uma entrevista à jornalista Christiane Pelajo para o programa 'Almanaque' (Globo News).
Clapton também falou sobre a cena mundial e arriscou seu palpite sobre por que não vemos mais tantos heróis como quando na época em que ele começou. "Eu acho que nós [ele, Jeff Beck, Jimmy Page...] viemos de um período em que não tinha muita coisa acontecendo. Então, nos focamos, não um no outro, mas no que já estava lá", disse. "Não competíamos, nem ouvíamos um ao outro. Eu acho que, depois de nós, as pessoas começaram a ouvir um ao outro com mais frequência e a competir mais. As pessoas não se concentraram muito no que havia sido feito antes. É sempre mais importante prestar atenção no que já aconteceu no passado, para saber a história da música".
Em se tratando de história e de alguém tão importante para a guitarra, nós preparamos para este mês uma matéria de capa sobre a trajetória de Eric Clapton. Desde os primórdios aos dias atuais, incluindo o registro de outra de suas grandes obras, o Crossroads Guitar Festival 2010, a carreira do guitarrista é passada a limpo na GP de outubro.
Fonte:revista guitar player
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