sexta-feira, 3 de junho de 2011

Notícias 09/05/2011

Em retorno aos palcos de SP, Kid Abelha mostra música inédita e prova que não está enferrujado
"Nós trabalhamos muito e vamos continuar trabalhando", declarou Paula Toller durante a apresentação do Kid Abelha neste sábado (7), no Credicard Hall, em São Paulo. A frase era para justificar porque o "Brasil está melhorando muito", mas se encaixou perfeitamente com o momento da banda, que comemora seu retorno aos palcos numa série de shows que já passou por Curitiba, em 14 de abril, e vai para o Rio de Janeiro no próximo sábado (14).
Mesmo há quatro anos sem se apresentar ao vivo, com exceção de um show no Japão no ano passado, o trio mostra que ainda sabe animar uma plateia. Paula Toller, que aos 48 anos ainda escuta gritos de "linda", conta casos, faz piada e comemora os ingressos esgotados há dois dias.
Numa turnê que resgata toda a carreira do grupo, são nas músicas mais recentes que a banda parece revigorada, seja na inédita "Veio do Tempo" ou em "Glitter de Principiante", que tem até uma breve dancinha. Mas a comoção do público veio nos hits "Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda", "Grand Hotel", "Lágrimas e Chuva" e "Eu Só Penso Em Você".
Se o clima era de uma celebração emocionada e morna, tudo mudou quando Paula Toller pediu ao público para se levantar para "Eu Tive um Sonho". "Agora o show começou", anunciou Paula, antes da animada seqüência "Seu Espião", "Fixação" e "Te Amo Pra Sempre".
Para o bis, a vocalista trocou o look totalmente preto por uma camiseta branca brilhante e cantou a emocionada "Como Eu Quero". "Vamos continuar assim, anos 80?", sugeriu Paula antes de "Alice".
Depois de uma deslocada apresentação dos músicos da banda, o Kid Abelha mostrou que não está totalmente enferrujado, coroando o show com uma animadíssima performance de "Pintura Íntima".

Veja as músicas que o Kid Abelha tocou em São Paulo:
"Nada Sei"
"No Seu Lugar"
"Glitter de Principiante"
"Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda"
"Grand' Hotel"
"Lagrimas e Chuva"
"Dizer Sim É Dizer Não"
"Garotos"
"Amanhã é 23"
"Peito Aberto"
"Veio do Tempo"
"Seu Espião"
"Fixação"
"Só Penso em Você"
"Eu Tive Um Sonho"
"Te Amo Pra Sempre"

bis
"Como Eu Quero"
"Alice (Não Me Escreva Aquela Carta de Amor)"
"Pintura Íntima"
Fonte : Taís Toti em colaboração para uol.com




HELLOWEEN e STRATOVARIUS em São Paulo: Show recheado de clássicos empolga fãs
Quando foi anunciado que HELLOWEEN e STRATOVARIUS fariam uma turnê juntos pelo Brasil, uma grande expectativa foi gerada, afinal de contas, essas bandas são consideradas as maiores representantes do metal melódico mundial. De um lado, está o Stratovarius, que tenta recuperar seu prestígio com Elysium, seu mais recente trabalho, que foi uma tentativa de tentar voltar à sonoridade que os consagrou no passado. Do outro, temos o Helloween, criadores do que hoje rotulamos como power metal melódico, com seu 7 Sinners, disco lançado ano passado que surpreendeu por ser mais pesado e agressivo do que seus antecessores.
Às 22h em ponto, o Stratovarius sobe ao palco ao som dos primeiros acordes de "Infernal Maze", faixa do novo álbum, que engana por inicialmente ser meio "viajandona", mas é apenas um prelúdio ao poderio power metal bem ao estilo do grupo. A plateia se empolgou e os ovacionou o tempo todo, principalmente quando a banda anunciou "Eagle Heart" como próxima música. Mas a empolgação do público não durou muito. Tocaram mais uma música do novo trabalho, e a reação não foi a mesma. Infelizmente, a banda só conseguia levantar a plateia quando tocava alguma música da fase Timo Tolkki. Um grande exemplo foi "Kiss of Judas", hit do álbum Visions, cantada em uníssomo; assim como "Paradise" e "Hunting High and Low". Mesmo assim, a banda estava morna, sem sal. O público percebeu isso, e por consequência, também esfriou.
O guitarrista Matias Kupiainen, que teve a árdua tarefa de substituir Timo Tolkki, parecia apagado. O cara não tem presença alguma a deu a impressão de que é apenas um músico contratado em vez de membro efetivo. Em compensação, o vocalista Timo Kotipelto é um ótimo frontman, dono de imensa simpatia e voz única.
Fecharam o set com a bela "Black Diamond", que é uma das melhores canções de power metal já escritas!
Infelizmente, apesar de alguns momentos mais calóricos, essa foi uma apresentação que não convenceu. Estariam acanhados por ser uma banda de abertura e não a principal como acontecia antigamente? Nunca iremos saber.
Não demorou muito para que o Helloween começasse sua apresentação, e iniciaram de forma curiosa. A intro que emendou "For Those About the Rock", clássico do AC/DC, com a famosa introdução "Happy Happy Helloween", do LP Walls of Jericho, deu a entender que eles iriam abrir com "Ride the Sky". Mas "Are you Metal?", do novo CD, foi a canção que deu início ao espetáculo. De cara, já deu para perceber no quanto eles estão entrosados e afinados (sinceramente, eu não esperava outra coisa). "Are you Metal?" é uma das músicas mais pesadas já composta pela banda, e foi o primeiro single de 7 Sinners, que deu uma prévia de que este seria um trabalho bem diferente do fiasco Unarmed - Best Of - 25th, um álbum de regravações duvidosas que foi intensamente criticado de forma negativa por fãs e imprensa.
"Eagle Fly Free", da fase Keepers, veio em seguida, dando a entender que seria uma noite especial e recheada de clássicos. E realmente foi assim.
"Steel Tormentor" foi a música lembrada do excelente The Time of the Oath (melhor disco da fase Andi Deris, na opinião deste que vos escreve), e em seguida, deram prioridade ao novo CD. Tocaram a fraca "Where the Sinners Go", que esfriou a plateia por ser meio paradona (no lugar dela poderiam ter tocado "Who is Mr. Madman?"!), mas logo se redimiram com "World of Fantasy", excelente composição que também faz parte do novo álbum, e "You Stupid Mankind", onde Andi Deris ironizou dizendo que é uma música "bem do mal", composta por Shasha.
Dali em diante, foi a vez de priorizarem os clássicos que todos estavam ávidos em vê-los tocar. "I'm Alive", da fase Keepers of the Seven Keys, foi responsável por quase derrubar o lugar, e "Forever and One (Neverland)" executada em versão acústica, com Andi e Sasha nos violões, serviu para acalmar o agito de outrora. Particularmente não gosto dessa faixa, mas é incrivel como ela sempre é cantada em uníssomo por todos. "A Handful of Pain" serviu de prelúdio para o grande momento da noite: um medley de de "Keeper Of The Seven Keys / The King For A 1000 Years / Halloween". "Eu sempre leio na Internet fãs questionando do porquê nunca tocarmos essas músicas", diz Andi Deris, "mas elas são muito longas!" Nem preciso dizer que foi lindo, e a plateia aprovou.
"I Want Out" foi a última antes do bis final, que seria mais do que especial. Mas não posso deixar de elogiar o vocalista Andi Deris. Eu tinha bronca do Helloween ao vivo justamente por causa dele; mas sua voz melhorou drásticamente, ele está cantando como nunca, e não fez feio nem nas músicas mais difíceis como as da fase Michael Kiske. Aliás, muita gente ainda sonha em ver Kiske de volta ao grupo, mas Andi conquistou seu lugar de tal maneira que, atualmente não consigo mais imaginar o Helloween sem ele. O cara é uma das figuras mais carismáticas do metal mundial, e também é uma simpatia; brinca com todos o tempo todo, e até arriscava algumas palavras em português. Em determinado momento, fez menção de quando participou da gravação no DVD do Shaman, ex-banda do amigo André Matos (ele fez questão de dizer isso) que havia sido no mesmo local. O talento de Kiske é inegável, mas se for levar em consideração ao que lemos em suas recentes entrevistas, é melhor ele ficar quietinho lá na Alemanha mesmo.
Outro integrante que se destaca é o guitarrista Sascha Gerstner. Sempre sorridente, andava de um lado para o outro e agitava bastante, bem diferente do seu companheiro Michael Weikath, um dos membros originais do grupo. O único ponto negativo em Sasha foi sua roupa, que mais parecia o uniforme das Paquitas.
O esperado bis não decepcionou. Detonaram "Ride the Sky" (nessa hora quase fiquei sem voz, pois essa foi a primeira música do Helloween que escutei em minha vida), continuaram com "Future World" e fecharam com "Dr. Stein", momento em que os vencedores do concurso que premiou os fantasiados de Dr. Stein subiram ao palco para cantar juntos. E para minha surpresa, não é que a Paula [Baldassarri, apresentadora do programa Heavy Nation] estava lá também?! A safada nem me falou nada!
Antes de finalizar, não posso deixar de registrar uma critica a duas coisas. O primeira é sobre o Credicard Hall. A casa tem uma ótima infraestrutura e blá, blá blá, mas peca no sentido mais importante: o palco é baixo demais. Quem fica lá atras praticamente não consegue assistir o show de uma maneira decente, e é obrigado a ficar olhando para o telão a cada 5 segundos. Convenhamos, pagar mais de 100 reais para assistir a banda pelo telão não é legal!
A segunda é sobre uma birra que com toda certeza do mundo não é só minha: por que os locais de eventos como esse sempre tem acontecer lá onde a ponte quebra? Aliás, por que as famosas casas de espetáculos de São Paulo são sempre em lugares completamente fora de mão e difícil acesso? E ainda, por que nenhuma delas foi construida no centro da cidade, lugar muito mais acessível à pessoas como eu, que não possui carro e não tem coragem de desembolsar 50 reais (ou mais) para pagar um taxi? Para esses "excluidos", restou ir a pé até a estação de trem Santo Amaro, e aguardar o horário de abertura da mesma para poder voltar pra casa, e garanto, não fomos poucos. O espetáculo terminou lá por 1 e tantas da madruga, então imagine o tempo em que vários metalheads ficaram na porta da estação... Para passar o tempo, escrevi o esboço desta matéria que você esta lendo.
Um pequeno contratempo que não tirou de maneira alguma o brilho da noite, que ficará na memória dos fãs como uma das melhores passagens do Helloween pela capital paulista.
Fonte : Blog Havy nation




John Fogerty, do Creedence Clearwater Revival, inicia turnê no Rio
Depois de aguardar 40 anos, os cariocas puderam finalmente conferir a voz/guitarra original do lendário Creedence Clearwater Revival. A noite nostálgica foi proporcionada por John Fogerty, líder e compositor da banda de 1968 a 1972, que tocou todos os sucessos radiofônicos e canções que se perpetuam por décadas. Fogerty, de 65 anos, se apresentou para 2 mil pessoas no Citibank Hall, Rio de Janeiro. O público formado em sua maioria por sessentões e cinqüentões estava acompanhado por familiares, onde percebia-se a presença de filhos e netos. Todos cantando e sacolejando, embalados pelo som e letras com referências típicas da vida rural do sul dos EUA. Mais uma vez o rock demonstrou ser um estilo que quebra barreiras e aproxima gerações.
Marcado para as 22h, Fogerty iniciou a apresentação com 10 minutos de atraso. Antes do primeiro acorde fez questão de dizer que essa era o seu primeiro show na América do Sul e que estava muito feliz de estar no Brasil. Nem precisava falar, Fogerty sorriu o tempo todo e entre uma música e outra, se abaixava e cumprimentava os presentes. Distribuiu palhetas e autografou várias capas de cd e discos de vinil.
Antes de tocar "Wholl stop the rain", comentou que a tinha composto após a participação do Creedence Clearwater Revival em Woodstock, como forma de homenagear o festival e os outros artistas que tocaram por lá em 1969. A declaração foi uma espécie de espetada pela falta de respeito dos responsáveis sobre o filme do evento, que não incluiu o show da banda no registro.
Da mesma forma que nos álbuns, as jam sessions de certas canções foram reproduzidas fidedignamente, como "Ramble Tamble", "I Heard It Through The Grapevine" e "Keep On Chooglin", com Fogerty e sua banda não economizando nos solos. Fogerty ainda tocou "Pretty woman", cover de Roy Orbison, que ele costuma incluir em suas apresentações. De sua carreira solo, destaque para o hit "The Old Man Down the Road".
O show durou 1h50m com direito a 25 músicas, sem que nenhuma canção que integra as inúmeras compilações lançadas do Creedence fosse esquecida. A turnê prossegue sábado em Belo Horizonte (07/05), domingo em Curitiba (08/05) e termina em São Paulo com duas apresentações na terça e na quarta da outra semana (10/05 e 11/05).
Para quem está em dúvida sobre se essa é a primeira vez do vocal original do Creedence no Brasil, é porque um genérico da banda já esteve por aqui mais de uma vez com o nome de Creedence Clearwater Revisited. Esse projeto era liderado pelo baixista Stu Cook e o baterista Doug Clifford, membros integrantes da formação original do Creedence, mas que não se relacionam há décadas com John Fogerty. Além dos três, Tom Fogerty, irmão já falecido de John, também era um dos membros da formação clássica.

Set list:
Hey Tonight
Green River
Wholl Stop the Rain
Suzie Q
Lookin Out My Back Door
Lodi
Born on the Bayou
Ramble Tamble
Midnight Special
Cotton Fields
Hot Rod Heart
Don you wish it was true
Have You Ever Seen the Rain?
Oh, Pretty Woman
I Heard It Through The Grapevine
Up Around the Bend
Keep On Chooglin
Down on the Corner
Rock and Roll Girls
Centerfield
The Old Man Down the Road
Bad Moon Rising
Fortunate Son

Bis:
Rockin All Over the World
Proud Mary
Fonte : Almanaque virtual




Vendas online de ingressos para Rock In Rio 2011 estão encerradas
"As vendas pela internet dos ingressos para o Rock In Rio 2011 estão encerradas. A partir de agora, as entradas para o festival poderão ser compradas apenas nos quiosques montados no Rio de Janeiro. Os portadores do Rock In Rio Card ainda podem validar o cartão em todas as datas. O festival acontece nos dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 01 e 02 de outubro, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca.
A venda oficial dos ingressos começou à 0h01 de sábado (7) pelos sites www.rockinrio.com.br e www.ingresso.com, e às 10h nos quiosques do Barra Shopping, Shopping Rio Sul e Nova América Shopping, todos no Rio de Janeiro. Segundo a produção, foram vendidos 90 mil ingressos nas dez primeiras horas --22 mil entradas foram comercializadas apenas na primeira hora.
Até o dia 31 de maio, o preço dos ingressos é de R$ 190 (inteira). Após essa data, a entrada passa a valer R$ 220 (inteira), sem taxa de conveniência para a compra pela internet, apenas o valor do frete dos correios. Cada CPF poderá comprar até quatro ingressos, sendo que um deles pode ser meia-entrada.
Aqueles que compraram o Rock In Rio Card podem escolher, até o dia 31 de maio, a data de sua preferência para ir ao evento --no total, cem mil ingressos foram colocados à venda antecipadamente. Além dos shows, o ingresso dá acesso a todas as atividades do evento: roda-gigante, montanha-russa, kabbon, tirolesa, shopping com 30 lojas, Rock Street com shows de jazz, Espaço Moda com desfiles, Eletrônica, Palco Mundo e Sunset."

Fonte : uol.com

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