O cantor Bono, da banda irlandesa U2, chegou por volta das 12h30 desta sexta-feira (8) ao Palácio do Alvorada para encontro com a presidente Dilma Rousseff. Os demais integrantes da banda U2 também estão presentes no encontro. Em encontro com a presidenta Dilma, Bono lamentou tragédia no Rio e diz que é "um dia muito triste para o Brasil". Na conversa com Dilma, o vocalista do U2 fala de ações de combate à Aids e de erradicação da pobreza -- Bono quer conhecer programa de combate a pobreza brasileiro. O cantor disse a Dilma que todo presidente deveria priorizar o combate à pobreza. Bono é cofundador da fundação One. Na porta do palácio, vários fãs gritavam o nome de Bono, que irá almoçar com a presidente no Palácio da Alvorada. O U2 --que faturou mais de US$ 123 milhões com esse show somente em 2009-- está no Brasil com a 360º Tour, que ficará instalada no Estádio Morumbi, em São Paulo, no sábado (9), no domingo (10) e na quarta-feira (13). Os ingressos para os três dias já estão esgotados Bono é o segundo cantor internacional recebido por Dilma no Planalto -- em março, a presidente recebeu a cantora colombiana Shakira. Fonte :uol.comSlash em São Paulo: Show impecável e público satisfeito
Confesso que nunca fui grande fã do Slash. Muitos o consideram como um dos melhores guitarristas do mundo; o que convenhamos, é um exagero. De qualquer modo, não há como negar que o cara tem talento para compor músicas que grudam na cabeça e não é a toa que ele alcançou tamanho sucesso e conseguiu se manter na mídia mesmo depois de ter saído do Guns N' Roses. E quinta-feira (07) foi uma noite especial para os paulistas que aguardavam ansiosos pela apresentação do guitarrista e sua banda. O show estava marcado para começar às 21:30, mas antes, quem se apresentou foram os brasileiros do TEMPESTT, que divulgam o disco Bring 'Em On, lançado em 2008, e que se prepara para lançar seu segundo trabalho. A banda entrou às 20h e mandou bala com seu metal progressivo beirando o hard rock. Todos no grupo tocam muito, e o vocalista BJ é com certeza é uma das melhores vozes da cena nacional. No geral, sua apresentação agradou e conseguiu levantar o público, que os ovacionava o tempo todo. O ponto alto foi quando tocaram "Don't Stop Believing", do Journey, que por sinal, foi muito bem executada. Após encerrar o set, o público ainda teve a oportunidade de assistir no telão o video-clipe que o Tempestt fez para a música "Endless Hunger", do novo trabalho. Depois da ótima apresentação do Tempestt, restava apenas esperar para a atração principal, SLASH. E não houve atraso. Pontualmente às 21:30h as luzes se apagaram e a única coisa que dava para ouvir eram os gritos do público ansioso para ver o guitarrista. Ao som do hino nacional brasileiro (!) Slash e sua banda sobem ao palco para receber seus fãs alucinados e começam com "Ghost", faixa do disco solo. Ele, como sempre, estava caracterizado com aquele visual que se tornou sua marca: calça de couro e cartola na cabeça. O guitarrista fez um apanhado de toda sua carreira, e apesar de também ter tocado sucessos do Velvet Revolver, o que realmente fazia o HSBC Brasil vibrar era quando alguma música do Guns N' Roses era executada. Como era de se esperar, as melhores foram lembradas: "My Michelle", "Civil War", "Nightrain", entre outras. Do trabalho solo, o ponto alto foi a ótima "Beautiful Dangerous", que originalmente é cantada pela gostosona Fergie (Black Eye Peas), e que o vocalista Myles Kennedy mandou muito bem. Aliás, esse cara tem muito carisma. Com certeza não é tarefa fácil cantar em uma banda onde todas as atenções estão voltadas para apenas um membro, mas Kennedy conseguiu levar a platéia consigo o tempo todo. Vale ressaltar que não somente estes dois foram o foco das atenções. Toda a banda se mostrou bem coesa, entrosada e enérgica ao vivo. O baixista chegou a cantar uma das canções e hora ou outra os membros pegavam no microfone principal para conversar com o público. O resultado dessa boa vibe entre os músicos não podia resultar em algo que não fosse um som potente, seriamente executado, porém descontraído que a banda mostrou aos fãs presentes. O grande momento foi quando Slash começou a solar a trilha do filme The Godfather e a emendou com "Sweet Child O Mine", grande sucesso do Guns N' Roses, e que com certeza foi a música mais bem recebida pelo público, que contava com crianças, casais e, é claro, aqueles hard rockers com o visual bem...peculiar, digamos. O bis, certamente matador para os fãs, ficou por conta de "Mr. Brownstone" e "Paradise City". O show do Slash foi mais um que comprovou que 'há vida após' a presença em uma banda grande. Aprecio muito os músicos que mesmo depois de partirem para um novo caminho, deixando para trás um passado marcante com uma banda quase mainstream, conseguem manter e - o mais importante- renovar suas características, técnicas e composições, mostrando algo novo para os fãs, mas sem deixar de lado também as notas e riffs clássicos que o consagraram. Mesmo não sendo dos maiores fãs de Slash, devo, sem dúvida, dá-lo grande crédito e parabenização por isso. E que venha o próximo! Os fãs, a julgar pelo que pude ver ontem, mal podem esperar para repetir a dose Fonte:blog Heavy nationOzzy Osbourne demonstra a mesma eficiência e carisma no show do Rio
Anteontem foi a vez dos cariocas assistirem a turnê que Ozzy Osbourne vem fazendo na América Latina. Oito mil pessoas puderam conferir o sexagenário cantor protagonizar suas típicas e hilárias caretas demoníacas. Apesar da idade e o visível andar sequelado, devido a uma vida de excessos nas drogas e no álcool, Ozzy demonstra uma disposição de garoto. Sacode a cabeça, perambula pelo palco e ainda pede palmas como estivesse liderando uma aula de ginástica pela forma que movimenta os braços e pula. Isso gerou um apelido carinhoso entre os presentes: "Ozzy é o velho do polichinelo!". Marcado para as 21h30m, o show começou britanicamente no horário. O repertório é o mesmo apresentado em todas as cidades por onde está passando a turnê "Scream Tour", visando divulgar o último disco homônimo, lançado pelo vovô do metal. Apesar do novo trabalho, somente a música "Let me hear you scream" (segunda musica da apresentação) faz parte do set list, que é todo calcado nos clássicos de sua carreira solo e da época que era o vocalista do Black Sabbath. O espetáculo abre com "Bark at the moon" e prossegue com outras canções marcantes. Entre as novidades, um jato de espuma que Ozzy joga no público durante a execução de "Mr. Crowley" e "Iron Man". Os tradicionais baldes de água, que ele atira na platéia, acontecem em "Suicide solution" e "Crazy train". Nessa nova turnê, Ozzy vem acompanhado por Blasko (baixo) e Adam Wakeman (teclado), filho de Rick Wakeman, do Yes. Ambos estiveram por aqui com o cantor em 2008 na "Black Rain Tour". Os novatos são o guitarrista grego Gus G e o baterista Tommy Clufetos (ex-Alice in Chains e Rob Zombie). Ambos tiveram a oportunidade de apresentar solos de seus instrumentos na música "Rat salad", do Black Sabbath. Gus G ainda colocou um tempero brasileiro ao inserir um trecho de "Brasileirinho", de Waldir Azevedo, durante seu solo. O show durou 100 minutos e Ozzy comprovou ainda estar com a voz afiada. Ele foi bastante simpático e demonstrou porque até hoje conquista novos fãs. Mesmo quem não gosta de heavy metal, não consegue resistir ao seu carisma. O público ainda ensaiou um coro com o pedido da canção "No more tears" (fizeram o mesmo em Porto Alegre e São Paulo), mas Ozzy tem seguido a risca o repertório escolhido. A turnê prossegue no Brasil esse sábado em Belo Horizonte e depois continua pela América Latina em Lima no Peru (12/04), Quito no Equador (14/04), Bogotá na Colômbia (16/04) e encerra na Cidade do Panamá (19/04). Set List: Bark at the Moon Let Me Hear You Scream Mr. Crowley I Don Know Fairies Wear Boots (Black Sabbath) Suicide Solution Road to Nowhere War Pigs (Black Sabbath) Shot in the Dark Rat Salad (Black Sabbath) (Drums & Guitar Solo) Iron Man (Black Sabbath) I Don Want to Change the World Crazy Train Bis: Mama, Im Coming Home Paranoid (Black Sabbath) Fonte :Almanaque virtualObras de arte de ícone punk Sid Vicious vão a leilão
Um livro contendo pinturas e desenhos assinados por Sid Vicious, um dos personagens-símbolo do punk rock e ex-baixista do grupo Sex Pistols, vai a leilão na próxima segunda-feira, em Londres. A obra foi compilada pelo biógrafo de Vicious, Alan Parker, e exibe peças pouco associadas ao universo do baixista e cantor, que teria assassinado Nancy Spungen, sua namorada, com uma facada, em 1978, e que morreu de overdose de heroína no ano seguinte. Algumas obras contidas no livro, que é uma edição limitada, são marcadas pelo lirismo e a simplicidade, como o retrato de um girassol. Outras, como o jornal britânico The Independent comentou, remetem ao surrealismo de Salvador Dalí, como a da imagem acima, que mostra uma figura de forma indefinida cercada por fungos, aranhas e cogumelos. O tom surrealista reaparece em outra peça, que mostra uma cabeça suspensa sobre pernascompridas, andando por um cenário desértico. O lirismo reaparece em outra imagem, que mostra uma mesquita, durante um pôr do sol. De acordo com o biógrafo Alan Parker, as pinturas e desenhos foram feitas quando Vicious, cujo nome verdadeiro era Simon John Beverly, tinha cerca de 15 anos de idade. Entre os artigos que serão leiloados figuram também o último contrato assinado pelo cantor e baixista, uma lista de canções que Vicious apreciava, escrita à mão, e a tradiconal corrente que ele ostentava no pescoço. As obras pertencem ao acervo da mãe de Sid Vicious, Ann Beverly, e foram mantidas por ela até a sua morte, em 1996. A expectativa é que o livro com as pinturas alcance um lance equivalente a 4 mil libras (cerca de R$ 10,4 mil). O contrato assinado pelo cantor pode ser leiloado 3,5 mil libras (cerca de R$ 9 mil). As peças irão à venda na casas de leilões The Fame Bureau. Sid Vicious nasceu em 1957 e ingressou nos Sex Pistols apenas após a gravação do álbum mais célebre da banda, "Never Mind The Bollocks", em substituição ao baixista Glen Matlock. Fonte :BBC Brasil
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