quinta-feira, 2 de junho de 2011

Notícias 05/04/2011

RPM faz show no Credicard Hall; pré-venda começa nesta segunda
O fenômeno RPM volta a mostrar seus sucessos ao público em 20 de maio, no Credicard Hall (zona sul de São Paulo). A pré-venda dos ingressos começa nesta segunda-feira (4) e segue até 10 de abril, nas bilheterias da casa de shows ou pelo site www.ticketsforfun.com.br --neste período, a compra fica disponível apenas para clientes com cartões Credicard, Citibank e Diners. Já estão esgotados os ingressos para as poltronas do setor 2 (R$ 70, que era o valor mais barato). Para ficar nas mesas VIP ou nos camarotes, o preço é R$ 120. A banda, cujo disco "Rádio Pirata ao Vivo" (1986) vendeu mais de 2,5 milhões de cópias, faz uma "prévia" e também participa da Virada Cultural --marcada para os dias 16 e 17 de abril. Alguns dos principais hits do RPM, grupo que chegou ao fim em 1989, são "Revoluções por Minuto", "Alvorada Voraz", "Olhar 43", "Rádio Pirata" e "A Cruz e a Espada". A banda também aproveita o show para lançar um CD com inéditas. A última vez que o grupo se reuniu para shows foi em 2007, mas o reencontrou não rendeu nenhum registro de estúdio. Em 2008, foi lançada uma caixa especial contendo CDs com toda a obra da banda e um DVD ao vivo registrado na década de 1980. Fonte :guia folha



Bob Dylan se apresenta na China e abre as portas para outros artistas
Os primeiros shows de Bob Dylan na China, na quarta-feira em Pequim e dois dias depois em Xangai, demonstram que os tempos estão mudando e as produtoras de espetáculos batem à porta do gigante asiático para outras apresentações de estrelas internacionais. Os shows de Dylan constituem o maior acontecimento musical na China desde a passagem dos Rolling Stones em 2006 por Pequim e Xangai. Bob Dylan, que teve apresentações canceladas ano passado, ao que parece por um veto do ministério da Cultura, se apresentará em uma turnê organizada pela empresa americana Live Nation. A também americana AEG é outra produtora que busca marcar presença na China. A AEG administra, com sócios, duas salas de espetáculos de 18.000 lugares, em Pequim e Xangai. Em março a empresa levou os veteranos dos Eagles à China. "Os grandes grupos estão muito interessados. Não é um mercado onde poderão gerar muito faturamento com álbuns, mas podem obter dinheiro com os shows, o que é crucial para os artistas", disse Craig Hartenstine, um dos vice-presidentes da AEG. Apesar das previsões otimistas após os shows dos Rolling Stones, a China não conseguiu impor-se no mapa das grandes turnês mundiais. Jacarta (Indonésia) recebe mais estrelas do rock que Pequim ou Xangai. Em fevereiro, Janet Jackson, Eric Clapton e Taylor Swift se apresentaram em Hong Kong e nos países vizinhos, mas não viajaram à China continental. A principal dificuldade é a difícil relação entre o regime comunista e o rock, que tem uma cultura de sexo e protesto política. O ministério da Cultura impediu os Stones de cantar canções como "Brown Sugar", considerada de teor forte, em 2006. O Oasis teve que cancelar apresentações na China em 2009 depois que as autoridades proibiram a viagem do grupo britânica em função do fato do guitarrista Noel Gallagher ter participado de um festival em apoio ao Tibete em 1997. A cantora islandesa Björk causou irritação do governo ao gritar "Tibete" em um show em Xangai em 2008. Mas os pedidos passaram a ser mais aceitos nos últimos anos. A canadense Avril Lavigne cantou no país em 2008 e já tem apresentações agendadas para o fim de abril. O maior problema agora é financeiro, segundo Steve Sybesma, sócio em Xangai da produtora Ato Ato, que já levou para a China artistas como Norah Jones e o Black Eyed Peas. "A primeira dúvida para um artista que se apresenta em qualquer lugar é se pode vender ingressos em quantidade suficiente", afirma Sybesma. O rock internacional continua sendo um nicho no mercado de 1,3 bilhão de pessoas dominado pelas canções pop em chinês. A pirataria e o download afetaram seriamente as vendas de música. "Como a maior parte do faturamento vem dos shows, a maioria dos artistas não está disposta a reduzir o preço dos ingressos, exceto aqueles que consideram a China a futura mina de ouro", explica Archie Hamilton, diretor executivo da produtora Split Works. "Estou na China há oito anos e acredito neste mercado. Só é preciso ter paciência", afirma Sybesma. E, de fato, nesta segunda-feira ainda era possível comprar ingressos para os shows de Bob Dylan tanto em Xangai como em Pequim. Fonte : AFP



U2 se reunirá com Dilma antes de shows no Brasil
A banda irlandesa U2, que na próxima semana fará três shows em São Paulo, se reunirá nesta semana com a presidente Dilma Rousseff, informou nesta segunda-feira o jornal "Folha de S.Paulo". U2 pretende se encontrar na sexta-feira com Dilma em Brasília, um dia antes de se apresentar no primeiro dos três shows no Brasil, segundo o jornal. No entanto, fontes da Presidência disseram à Agência Efe que não têm confirmação da suposta reunião da governante com os artistas. Dentro da turnê "U2 360º", a banda irlandesa, liderada pelo vocalista Bono, se apresentará nos dias 9, 10 e 13 de abril no estádio do Morumbi em São Paulo. Em 2006, em outra visita ao país, Bono se reuniu com o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o qual abordou diversos assuntos sociais. Dilma, por sua parte, recebeu a cantora Shakira no dia 17 de março, que lhe pediu apoio para o projeto social da Fundação América Latina Solidária, que ela incentiva junto com outros artistas latino americanos. O U2 realiza uma turnê mundial e na semana passada, durante sua passagem pela Argentina, Bono foi recebido na sede do Governo pela presidente Cristina Fernández. Fonte :agência EFE

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