Há exatos 30 anos, o mundo perdia Randy Rhoads, o mago que fez dos dois primeiros discos-solo de Ozzy Osbourne se transformarem em obras-primas do rock/metal. O guitarrista morreu em um acidente com um avião de pequeno porte durante a turnê de promoção de 'Diary of a Madman', na manhã de 19 de março de 1982. Nascia ali o mito que vem atravessando os anos e angariando cada vez mais admiradores, anônimos e famosos.Um dos fieis seguidores do legado de Rhoads é Zakk Wylde, que alguns anos após a tragédia estaria ocupando justamente o principal posto da banda do ex-vocalista do Black Sabbath. O site MusicRadar publicou um papo com o líder do Black Label Society.
"O testemunho da grandeza de Randy é o fato de que todos ainda se lembram. Sempre que meus colegas e eu nos juntamos, não podemos deixar de falar sobre Randy Rhoads". Comentou Wylde. "Digamos que ele não tivesse ido à taberna de Deus quando o bom Senhor precisou dele. Digamos que apenas tenha se afastado de tudo [da cena musical] para voltar a se dedicar ao ensino, coisa que estava considerando fazer. Ele não estava tão confortável assim com a coisa da fama e de tocar em lugares grandes. [Mesmo se não tivesse morrido e tivesse voltado a se dedicar aos estudos, longe da banda de Ozzy] Ainda seria uma lenda total pelo que fez nesses dois primeiros discos de Ozzy Osbourne. O que conseguiu em apenas um par de anos é pra lá do melhor dos melhores. Ele fez em dois álbuns o que a maioria dos caras não consegue em vinte álbuns. Isso é muito notável".
A edição deste mês da Guitar Player traz um texto especialmente feito para lembrar a memória de Randy Rhoads, cujos clássicos incluem 'I Don't Know', 'Mr. Corwley', 'Crazy Train', 'Suicide Solution', 'Flying High Again', 'Over the Mountain' e 'Diary of a Madman'.
Fonte:revista guitar player
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